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Faccionados matam três trabalhadores e sequestram outros 11 em MT

Faccionados matam três trabalhadores e sequestram outros 11 em MT

BANHO DE SANGUE

Faccionados matam três trabalhadores e sequestram outros 11 em MT

As vítimas eram naturais dos estados do Maranhão e Piauí e foram mortas por terem, supostamente, ligação com um grupo rival

Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

Três funcionários de uma empresa especializada em pré-moldados foram sequestrados e mortos por membros de uma facção criminosa, na noite de quinta-feira (30), em Rondonópolis (216 km de Cuiabá). Os restos mortais dos trabalhadores foram encontrados na manhã desta sexta-feira (31) em pontos distintos da cidade. Outras onze vítimas, também raptadas, foram liberadas.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada às 21h50 e recebeu informações de que os trabalhadores haviam sido sequestrados de uma residência localizada no bairro Residencial Paiaguás III. No local, os policiais constataram a veracidade dos fatos.

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Em patrulhamento pela cidade, os agentes conseguiram encontrar nove pessoas desaparecidas. Elas foram levadas para a Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos.

Já na manhã desta sexta-feira,  as três vítimas foram encontradas em dois pontos diferentes da cidade. Dois corpos estavam no Anel Viário e a terceira vítima foi localizada na Gleba Rio Vermelho.

Informações do site ‘AgoraMT’ dão conta que os trabalhadores são oriundos dos estados do Maranhão e Piauí. Eles foram sequestrados por membros de uma facção criminosa e interrogados.

Os faccionados pegaram os celulares das vítimas e descobriram que três delas possuíam ligação com um grupo rival e por isso foram assassinadas.

O caso é investigado pela Polícia Civil.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.