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Mato Grosso é o terceiro estado mais perigoso para crianças

Mato Grosso é o terceiro estado mais perigoso para crianças

Mato Grosso é o terceiro estado mais perigoso para crianças

Um levantamento da ONG Criança Segura mostrou que Mato Grosso é o terceiro estado com maior taxa de mortes por motivos acidentais de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos. No estado ocorrem 13,98 óbitos a cada 100 mil habitantes nessa faixa etária.

Atrás apenas de Roraima, que tem 24,71 mortes a cada 100 mil habitantes, e Amapá, com 16,66 óbitos a cada grupo de 100 mil crianças e adolescentes, Mato Grosso teve 122 mortes nessa faixa etária em 2017.

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O levantamento mostrou que no estado a principal causa da morte foram os acidentes de trânsito, que correspondem a 44,6% dos casos. Os afogamentos foram a segunda causa mais comum, responsáveis por 29,4% dos óbitos.

 

Também foram registrados em 2017 mortes sufocação, queimadura, queda e intoxicação. No Brasil, foram 3.661 mortes de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos e em 32,5% dos casos a causa da morte foi acidente de trânsito.

 

Segundo a ONG, as mortes por acidente de trânsito são mais comuns dos 10 aos 14 anos, já sufocação ocorrem mais em menores de um ano. Já os casos de afogamento possuem números de casos semelhantes em todas as faixas etárias.

 

Apesar dos dados alarmantes, houve uma redução nos óbitos de crianças e adolescentes brasileiros em 2017. Na comparação com 2016 houve uma queda de 4,4% nos casos de afogamento, de 3,8% nas mortes por queimaduras e 6,7 nos óbitos por intoxicação. Na comparação com 2001, quando o levantamento começou a ser feito, houve uma redução de 40,8% nas mortes por motivos acidentas de crianças e adolescentes no Brasil.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.