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GCCO não descarta envolvimento de militares em explosão de caixa eletrônico no comando

GCCO não descarta envolvimento de militares em explosão de caixa eletrônico no comando

GCCO não descarta envolvimento de militares em explosão de caixa eletrônico no comando

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) considera três linhas de investigação no caso da explosão de um caixa eletrônico no Comando Geral da Polícia Militar (PM) em Cuiabá, no mês de dezembro de 2016.  De acordo com o delegado responsável pela apuração, Flávio Stringueta, a possibilidade de que policiais militares tenham envolvimento na ação não foi descartada. 

Ao Olhar Direto ele afirmou que primeira das outras duas hipósteses é de que o crime foi cometido por ladrões inexperientes, uma vez que o modo como os explosivos foram colocados não permitiria a retirada de dinheiro. A segunda é de que o foco da explosão não seria o roubos os valores no aparelho. “Essa linha acaba em outras duas que apontam para a atuação de arruaceiros ou de policiais contrários ao comando da época.”
De acordo com Stringueta, informantes chegaram a repassar dados sobre suspeitos, no entanto, os investigadores ainda buscam por provas concretas que possam embasar uma denúncia formal.

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O número de criminosos não foi confirmado, já que não havia câmeras de segurança no local. “Essas possibilidades são consideradas desde o início. Já temos nossas convicções, mas ainda faltam questões mais burocráticas.”
Segundo as informações da polícia, os criminosos aproveitaram a madrugada e invadiram o local por volta de 3h. Os policias que estavam de guarda ouviram o barulho da explosão e imediatamente acionaram reforços para que seguissem até o local do crime. Quando as viaturas chegaram encontraram apenas os vidros do local quebrados e muita fumaça.

No dia seguinte, o governador Pedro Taques (PSDB) decidiu trocar o comandante da corporação, coronel Gley Alves de Castro, que assumiu em janeiro passado, pelo coronel Jorge Luiz de Magalhães. O motivo da mudança, decidida em uma reunião com a cúpula da Segurança Pública, não foi informado em nota enviada pelo governo do Estado. 

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.