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Estudante de Mato Grosso é uma das finalistas de projeto do Google

Estudante de Mato Grosso é uma das finalistas de projeto do Google

Estudante de Mato Grosso é uma das finalistas de projeto do Google

Kemilly Barros Virissimo, estudante de Barra do Garças, é uma das finalistas do Prêmio Impacto na Comunidade, criado pela Google Science Fair, e pode ganhar ajuda de custo (US$ 1000) e um ano de consultoria do Google para desenvolver seu projeto. A ideia inovadora é criar um material substituto para as bandejas de supermercado, usando o talo de buriti.

A ideia da estudante surgiu quando estava em um supermercado de sua cidade, e notou como os alimentos produzem muito lixo por causa da bandeijinha. Com a ajuda de seu professor Marcio Batista de Andrade, ela desenvolveu o projeto e se inscreveu. O Buriti, uma planta multiuso, é utilizado por comunidades ribeirinhas para fabricar diversos produtos, já que as folhas da palmeira produzem uma fibra resistente usada em cestos e outros recipientes biodegradáveis.

Com apenas dezessete anos, a estudante da Escola Estadual Professora Maria Lourdes Hora Moraes já se inscreveu, também, para o Projeto Jovem Cientista, em 2014. Na ocasião, criou um pão feito com castanha de baru e soro de leite, mas infelizmente não foi uma das premiadas. 
Agora Kemilly concorre pelo Brasil junto a outro finalista de Fortaleza, que criou uma forma diferente de tratar a água.

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Lá, a ideia é utilizar a Moringa, uma planta local, pois as sementes que sobram de seu processamento de comida atuam como filtros de água biodegradáveis. 
O projeto de Barra do Garças e o de Fortaleza concorrem, agora, com outros três da América Latina para o prêmio que vai eleger o melhor da região. O vencedor de cada região, junto ao responsável, será convidado para o evento Finalistas Globais, que acontece em Setembro em Mountain View, na Califórnia. Haverá um vencedor para África e Oriente Médio, um para Pacífico Asiático, um para a Europa, um para a América do Norte e um para a América Latina. 


Para Kemilly, no entanto, ter sido uma das finalistas já é um grande reconhecimento: “Minhas expectativas é que meu projeto seja o escolhido, mas já estando entre as finalistas eu fico muito honrada e agradecida”, afirma. 
Para conhecer mais sobre o projeto da estudante, clique AQUI. 

Fonte: Olhar Direto

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.