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Acusado de dirigir bêbado é preso pela PM na Praça de Pedágio em Alta Floresta

Acusado de dirigir bêbado é preso pela PM na Praça de Pedágio em Alta Floresta

Acusado de dirigir bêbado é preso pela PM na Praça de Pedágio em Alta Floresta

Um homem de 28 anos foi preso pela Polícia Militar de Alta Floresta, acusado de estar dirigindo um veículo HB-20 de cora branca, embriagado. O caso aconteceu em plena praça de pedágio na MT-208 sentido Carlinda, a cerca de 12 Km do núcleo urbano alta-florestense.

Conforme relatado sobre o caso, a PM recebeu informação de que um cidadão alterado queria passar o pedágio, mas que tinha se negado a pagar. A situação era tensa e a PM foi até o local onde já suspeito que o acusado apresentava visíveis sinais de embriaguez como andar cambaleante, conversa desconexa, odor etílico, entre ouras características.

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O homem que estava com a mulher e ainda uma criança de seis anos, foi levado à Central de Operações da PM onde no exame de alcoolemia, foi confirmado que ele estava totalmente bêbado. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil e poderá responder por crime de trânsito.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.