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Número de queimadas urbanas preocupam as autoridades de Alta Floresta

Número de queimadas urbanas preocupam as autoridades de Alta Floresta

Número de queimadas urbanas preocupam as autoridades de Alta Floresta

Apesar de estarmos apenas no início do período de seca em Mato Grosso, considerado crítico pela ausência de chuvas e baixa umidade do ar, o estado já registra os maiores índices de focos de calor do Brasil.

Em Alta Floresta grandes queimadas são registrados nas reservas florestais e em terrenos baldios, o que coloca em constante risco a saúde da população. Além de causar problemas respiratórios, em tempos de baixa umidade relativa do ar, a poluição do meio ambiente.

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Segundo a secretária de Meio Ambiente de Alta Floresta, Gercilene Meira, a secretaria vistoria as queimadas urbanas, “Infelizmente as pessoas ainda tem o hábito e a cultura de colocar fogo no seu lixo, especialmente o lixo doméstico”, destacou Meira frisando que é algo que pode provocar um grandioso incêndio.

A queimada urbana é crime, previsto pela Lei Federal 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais, Art. 54, o qual prevê reclusão de um a quatro anos e multa, em qualquer época do ano, “É mais comum as pessoas fazerem isso na época da estiagem, porque normalmente você tem uma árvore no seu quintal, cai as folhas e as pessoas acham que folha é lixo e que tem que queimar”, destacou Meira.

Diversos casos já foram registrado em Alta Floresta, e segundo a secretária os autuados respondem no civil e no administrativo, até hoje o jurídico não absorveu nenhum caso. A multa base para quem pratica queimadas é de cerca de R$ 1.500,00 e varia de acordo com o grau do foco de incêndio.

A secretaria disponibiliza um número de plantão para denuncias, o disque denúncia 24 horas: 98417-3627. Focos de incêndio urbano também podem ser denunciados ao Corpo de Bombeiros, 193, e à Polícia Militar, 190.

Fonte: Redação/ Nativa News

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.