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Juiz condenado por corrupção passiva bate-boca com advogada durante audiência em Sinop

Juiz condenado por corrupção passiva bate-boca com advogada durante audiência em Sinop

Juiz condenado por corrupção passiva bate-boca com advogada durante audiência em Sinop

O ex-juiz Paulo Martini e a advogada Luciana Koslowski Nazzari promoveram uma confusão no Fórum Trabalhista de Sinop, nesta terça-feira (23). Segundo informações da Justiça do Trabalho, a Polícia Militar precisou acalmar os envolvidos. Martini teria desacatado a advogada, chamando-a de “incompetente”. Koslowski teria chamado o ex-juiz de “corrupto”. O caso que estava sendo julgado envolve o filho do juiz.

Martini

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Paulo Martini foi nomeado para exercer o cargo de juiz substituto em 1996, tendo sido vitaliciado em 1998. Ele atuou nas comarcas de Alta Floresta, Canarana e Sinop. O Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) condenou no dia 25 de fevereiro de 2016 o juiz Paulo Martini, que atuava na Primeira Vara da Comarca de Sinop (500km ao norte de Cuiabá), pela prática de corrupção passiva.

Martini foi condenado nos autos da Ação Penal nº 45576/2009, impetrada pelo Ministério Público Estadual (MPE/MT), que o acusava de ter solicitado a um advogado o valor de R$ 7 mil e um trator estimado em R$ 30 mil para a concessão de liminares favoráveis em processos sob sua jurisdição.

Não há registros de que o Tribunal Pleno do TJMT tenha decidido, anteriormente, pela demissão de um juiz.

Paulo Martini, por ter sido condenado em processo criminal, não recebe aposentadoria.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.