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Associação Brasileira de Imprensa pede ao Governo de MT que garanta liberdade de imprensa

Associação Brasileira de Imprensa pede ao Governo de MT que garanta liberdade de imprensa

Associação Brasileira de Imprensa pede ao Governo de MT que garanta liberdade de imprensa

O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Domingos Meirelles, emitiu nota condenando intimidações e agressões físicas cometidas pela Polícia de Mato Grosso contra jornalistas de Cuiabá.

Essa situação de cerceamento do trabalho da imprensa está ocorrendo desde a última terça-feira (2) à tarde quando a imprensa flagrou uma ocorrência no bairro CPA III que terminou com a morte do PM Elcio Leite e também de André Luiz, que estaria sendo investigado por venda de armas ilegais via redes sociais.

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André matou o PM Elcio e na sequência foi executado por militares. A execução se configura, já que não resistiu à prisão.

Na nota, a ABI diz que a PM não pode agir fora da lei, mesmo em situação limite.

“A rendição do assassinado não impediu que ele fosse depois executado”, observa Meirelles.

Ainda na nota, ele pede que o governador Pedro Taques (PSDB) interfira no caso, puna militares que estejam intimidando jornalistas e garanta liberdade para a imprensa trabalhar.

 

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.