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Alta Floresta lidera preço médio do óleo diesel mais caro do Estado

Alta Floresta lidera preço médio do óleo diesel mais caro do Estado

Alta Floresta lidera preço médio do óleo diesel mais caro do Estado

A capital do Agronegócio tem o segundo preço médio do óleo diesel mais caro do Estado, entre os sete municípios pesquisados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no período de 11 a 17 desde mês. Em Sorriso, o preço médio é R$ 3,984, o preço mínimo encontrado foi R$,3,860 e, o máximo, R$ 4,149.

Já Alta Floresta lidera o ranking e tem o preço médio mais caro em Mato Grosso, R$ 4,202, o mínimo encontrado na pesquisa foi R$ 4,150 e o máximo 4,260. O preço médio da distribuidora é R$ 3,402, o mínimo 3,392 e o máximo 3,411. A agência pesquisou 10 postos no município.

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Em Sinop, o preço do diesel é R$ 394, é o terceiro maior do Estado. Em alguns postos ainda pode ser encontrado ao preço mínimo de R$ 3,740 e o maior chega a R$ 4,149. A distribuidora repassa a preço médio R$ 3,330, o mínimo é 3,278 e o máximo R$ 3,382. Na capital do Nortão foram pesquisados oito postos de combustíveis.

O preço médio mais barato é o de Várzea Grande, R$ 3,665, o mínimo R$, 3,566 e o máximo R$ 3,799. A distribuidora repassa ao preço médio de R$ 3,296, o mínimo é 3,290 e o máximo R$ 3,311.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.