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Alta Floresta: Confusão entre motoristas de aplicativos e taxistas acaba na polícia

Alta Floresta: Confusão entre motoristas de aplicativos e taxistas acaba na polícia

Alta Floresta: Confusão entre motoristas de aplicativos e taxistas acaba na polícia

Uma confusão entre motoristas de transporte por aplicativo e taxistas foi o grande assunto dos internautas altaflorestenses nesta quarta-feira, dia 27. O entrevero deu início no terminal rodoviário do município e acabou na Central de Operações da Polícia Militar (COPOM). A reportagem do Jornal O Diário apurou junto a PM que os taxistas reclamaram que os motoristas dos aplicativos estavam próximo aos seus pontos e teriam aliciado alguns passageiros, prejudicando o trabalho deles.

Em vídeos que circulam pela internet é possível verificar um ‘bate-boca’ em frente ao terminal e a chegada da polícia ao local. Os policiais tentaram resolver a situação ali mesmo, mas exaltados, motoristas de ambos os modais de transporte decidiram levar o caso adiante.

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A reportagem esteve no COPOM na tarde desta quarta-feira e a informação repassada é de que o pessoal do aplicativo alegou ter direito de trabalharem em qualquer lugar e afirmaram que se sentiram ameaçados pelos taxistas.

A informação é de que não foi registrado nenhum Boletim de Ocorrências, entretanto, todos que estavam presentes na confusão assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência e foram liberados.

A fala dos motoristas de App tem base na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que no mês de maio deste ano declarou inconstitucionais leis que proíbam o uso de carros particulares no transporte remunerado de pessoas. Na prática, a decisão libera o uso de aplicativos como o Uber em todo o país.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.