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Alta Floresta: Caminhão que ficou parcialmente submerso no rio Teles Pires foi retirado

Alta Floresta: Caminhão que ficou parcialmente submerso no rio Teles Pires foi retirado

Alta Floresta: Caminhão que ficou parcialmente submerso no rio Teles Pires foi retirado

Após várias tentativas para resgatar os vagões neste domingo (12). Somente no final da tarde conseguiu retirar o caminhão. Uma das estratégias foi esvaziar os vagões com a carga de calcário, que foi jogada no rio. Cerca de 50 propriedades rurais dependem da balsa para o transporte de mercadorias, cargas vivas e outras. Por conta do acidente, o tráfego fluvial foi interrompido e as pessoas foram transportadas em botes.  

O incidente aconteceu na tarde de sábado (11). A carreta graneleira tipo bitrem caiu parcialmente nas águas do rio Teles Pires no momento em que faria a travessia na balsa. Não houve feridos. O trafego de balsa foi interrompido por não haver uma balsa reserva. Testemunhas relataram que o caminhão, carregado com calcário, iniciou a entrada na balsa antes da liberação, o que ocasionou a soltura dos cabos de aço.

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Ao subir o trator (cavalo) da carreta a balsa saiu do lugar, sendo impulsionada para dentro do rio. Os vagões de carga acabaram por cair nas águas e focar parcialmente submersos. Homens que estavam no local tentaram tirar a carreta, mas, sem sucesso. 

A travessia de balsa é a principal via de acesso na rodovia MT-325 que fica na região do porto de areia cerca de 30 quilômetros de Alta Floresta. A previsão é de que a balsa volte a funcionar nesta segunda-feira (13). 

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.