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6 cidades de MT terão campanhas milionárias nestas eleições

6 cidades de MT terão campanhas milionárias nestas eleições

6 cidades de MT terão campanhas milionárias nestas eleições

Seis municípios de Mato Grosso poderão ter campanhas milionárias na eleição deste ano para concorrer às Prefeituras de Água Boa, Lucas do Rio Verde, Sinop, Barra do Garças, Primavera do Leste e Rondonópolis. Ao todo, os futuros candidatos têm possibilidade de “torrar” R$ 10,2 milhões.

Estas cidades se juntam a Cuiabá e Várzea Grande, onde os postulantes estão autorizados a gastar até R$ 9 milhões e R$ 2,7 milhões, respectivamente. Com adesão dos municípios vizinhos, o total sobe para R$ 30 milhões. O montante ultrapassa o que Pedro Taques (PSDB) declarou ter gasto na campanha vitoriosa ao Palácio Paiaguás, em 2014, equivalente a R$ 29,5 milhões.
Dos municípios do interior, Rondonópolis é o que terá o maior teto, sendo R$ 2,5 milhões. Para este ano a cidade tem como pré-candidatos o atual prefeito Percival Muniz, que apesar de não admitir deve concorrer à reeleição; o vice Rogério Salles (PSDB); e o deputado estadual Zé Carlos do Pátio (Solidariedade).

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Em Lucas do Rio Verde, onde o pré-candidato poderá gastar até R$ 2,3 milhões, o cenário ainda está indefinido. O prefeito Otaviano Pivetta (PSB), apesar de ser considerado pela revista Forbes o quarto político mais rico do país, com patrimônio avaliado em R$ 100 milhões, não irá à reeleição.

Pivetta explica a definição de quem irá apoiar só deve ocorrer próximo ao término das convenções, que acontece em 5 de agosto. O vice Miguel Vaz (PPS) é o mais cotado para receber apoio de Pivetta. Além dele, o PSD tem como pré-candidato o empresário e produtor Floris Luiz Binotti.
Em Primavera do Leste, estipulado limite de R$ 1,9 milhão, a disputa também segue indefinida. De um lado, o prefeito Érico Piana (DEM) ainda não se manifestou acerca da possível reeleição. Do lado da oposição, o deputado Zeca Viana (PDT) viu seu irmão ex-prefeito Getúlio Viana (PSB) ser enquadrado na lei da Ficha Limpa, o que até agora o impossibilita de disputar o pleito deste ano.

Os futuros candidatos de Barra do Garças poderão gastar R$ 1,3 milhão. No município da região do Araguia, a disputa possui quatro candidatos, sendo eles o prefeito Beto Farias (PMDB), Sandro Saggin (DEM), o vereador Odorico Ferreira Cardoso, o Professor Kiko (PT); e o engenheiro Lincoln Campos (Solidariedade).

Já em Sinop e Água Boa poderão gastar quase a mesma quantia, respectivamente, R$ 1 milhão e R$ 965 mil. Em Sinop, a principal pré-candidata é a vice-prefeita Rosana Martinelli (PR). Em Água Boa, o prefeito Mauro Rosa, o Maurão (PSD), sinalizou que disputa a reeleição.

Vereadores
Os futuros candidatos a vereador terão o maior teto de gasto em Sinop, onde poderão ter despesas de até R$ 102,7 mil. A cidade é seguida por Rondonópolis (R$ 93,3 mil), Primavera do Leste (R$ 89,5 mil), Lucas do Rio Verde (R$ 88,8 mil, Barra do Garças (R$ 83,7 mil) e Água Boa (R$ 45,7 mil).

Agência da Notícia 

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.