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MPE ingressa com ação contra Paranaíta por mais vagas em creches

MPE ingressa com ação contra Paranaíta por mais vagas em creches

MPE ingressa com ação contra Paranaíta por mais vagas em creches

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Paranaíta, ingressou com ação civil pública, com pedido de tutela antecipada, requerendo que o município oferte vagas em número suficiente nas creches do município a todas as crianças que tenham direito ao serviço correspondente e cujos pais optem por suas matrículas, independente de figurarem em lista de espera. 

 De acordo com a ação, a inexistência de vagas para atendimentos em cheche tem formado uma lista de espera com dezenas de crianças sem educação infantil. Diante dos fatos, o MPE requereu informações à Secretaria Municipal de Educação, a qual relatou que “o município atende 252 crianças nos Centros de Educação Criança Feliz I, II e III, sendo que 11 crianças, até a presente data, estão aguardando em lista de espera. Informou, ainda, que no ano de 2013 haviam mais de 100 crianças na lista de espera, e que atualmente o município vem ultrapassando em mais de 90% o atendimento da demanda manifestada”. 

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A Secretaria de Educação informou, também, que o planejamento das vagas é realizado no início do ano, já com margem de aceitação em 20% do número de vagas oferecidas. Conforme a secretaria, o número da população flutuante no município é grande, onde toda a semana chegam e vão famílias, ficando difícil atender a todos as crianças. “O fundado receio de dano irreparável se revela diante do absurdo representado pela negativa de educação infantil a várias crianças, as quais deixam de ser devidamente educadas (dano irreparável), sendo certo que, por outro lado, muitas mães vêm sendo privadas do direito ao trabalho pelo fato de não poderem simplesmente abandonar os seus filhos”, destacou o promotor de Justiça, Luciano Martins da Silva.

 “O direito à educação infantil continuamente violado pelo município de Paranaíta, resta comprovado a partir do confronto da realidade social com as normas estabelecidas na Constituição Federal, Estatuto da Criança de do Adolescente e Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional”, completa.  

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.