Pesquisar

Após greve, ano letivo de 2020 deve começar apenas em março

Após greve, ano letivo de 2020 deve começar apenas em março

Após greve, ano letivo de 2020 deve começar apenas em março

Após 75 dias de greve na rede pública de ensino de Mato Grosso, os alunos terão que finalizar este ano letivo apenas em 15 de fevereiro de 2020. O movimento grevista foi iniciado em 27 de maio, o que somam 42 dias de aulas perdidas. Para a reposição dessas aulas, será necessário a confecção de um novo calendário escolar.

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), as escolas devem encaminhar um planejamento de reposição dessas aulas para as assessorias pedagógicas, onde são feitos alguns ajustes, lembrando que existe uma variação de uma escola para outra. Não haveria como definir um cronograma para todas.

Acompanhe Nativa News - A Noticia digital em Primeira Mão no WhatsAppSeguir o canal

Conforme o calendário da Seduc, as escolas que encerrarem o ano letivo em 15 de fevereiro, terão 30 dias de férias, antes de iniciar o ano letivo de 2020, que está previsto para iniciar em 23 de março. 

O Sintep garantiu que as escolas vão cumprir o calendário estipulado pela Seduc, sem prejudicar os alunos e os professores. “Cada escola vai definir os critérios de repor as aulas, junto ao Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar (CDCE), conforme a necessidade da comunidade escolar. São 42 dias que, têm que ser compensados até 15 de fevereiro, respeitando o cronograma escola. Ou seja, os direitos dos professores, que são as férias de janeiro, e o recesso das festas de fim de ano.

Considerada a greve mais longa da história de Mato Grosso, a crise na Educação teve repercussão nacional. O programa Profissão Repórter, da Rede Globo, abordou a greve dos professores de Mato Grosso, num programa que foi ao ar em 14 de agosto. A última paralisação foi em 2016 e durou 67 dias. (Colaborou Márcia Tomaz)

Receba as notícias do Nativa News no seu WhatsApp.

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Imprimir

Comentários

Compartilhe

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

Veja também

Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.