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Gás de cozinha aumenta mais de 29% em Alta Floresta e é o mais carro de Mato Grosso, diz ANP

Gás de cozinha aumenta mais de 29% em Alta Floresta e é o mais carro de Mato Grosso, diz ANP

Gás de cozinha aumenta mais de 29% em Alta Floresta e é o mais carro de Mato Grosso, diz ANP

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) constatou que Alta Floresta tem o Gás Liquefeito de Petróleo (gás de cozinha 13 quilos) mais caro em Mato Grosso. O botijão está sendo vendido, em média, a R$ 110, 63. Em janeiro do ano passado, estava chegando ao consumidor, em média, a R$ 85,83. O aumento passa de 29% se comparado com o mesmo período.   

A ANP também apurou que o preço mínimo encontrado é de R$ 108. No ano anterior, era vendido a R$ 80, mais de 30% de reajuste. O levantamento constatou ainda que o preço máximo do gás é de R$ 155 enquanto que em janeiro do ano passado era R$ 90. A pesquisa foi feita em 24 pontos de vendas.

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Até agora, a agência pesquisou preços em sete municípios. Em Sinop, o gás aumentou mais de 40%. Conforme Só Notícias já informou, o botijão está sendo vendido, em média, a R$ 99,69. Em janeiro do ano passado, estava, em média, a R$ 70,80. 

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.