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Aumento da meta da inflação pode elevar juros, alerta presidente do Itaú

Aumento da meta da inflação pode elevar juros, alerta presidente do Itaú

Aumento da meta da inflação pode elevar juros, alerta presidente do Itaú

É preciso reduzir ruídos para que o país retome a normalidade. Essa avaliação foi feita pelo presidente do Banco Itaú, Milton Maluhy Filho, nesta quarta-feira (8), durante a apresentação dos resultados alcançados pelo banco no último ano. 

“Seja qual for a definição, que seja rápido. Enquanto não houver uma definição sobre o aumento ou não da meta de inflação, essa incerteza vai aparecer na curva de juros” afirma o executivo.

A análise do presidente da instituição financeira foi motivada por questionamentos com relação às críticas públicas feitas pelo presidente Lula (PT) contra o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, após decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) que manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano nesta semana.

Segundo Milton Maluhy, quando começam a surgir especulações sobre ações do governo para flexibilizar a meta de inflação, faz surgirem especulações que acabam sendo incorporadas pelas avaliações do Banco Central e podem contribuir para taxas de juros ainda mais altas. Juros que, na avaliação de Milton Maluhy, precisam ser reduzidos.

Arcabouço fiscal
O presidente do Itaú também falou sobre a atuação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para elaboração do novo “arcabouço fiscal”, conjunto de regras que deve orientar a forma e os limites de gastos do poder público e substituir o “teto de gastos”. 

Segundo ele, tem havido diálogo entre os diferentes atores para construção das normas fiscais e, até abril, é aguardado um projeto definitivo. “O governo deu sinais importantes ao mostrar disposição para combater o déficit público. Aguardamos agora os fatos concretos”, diz.

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