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Alta Floresta sediará XIII Jornada de Estudos

Alta Floresta sediará XIII Jornada de Estudos

Alta Floresta sediará XIII Jornada de Estudos

A Comarca de Alta Floresta (803 km ao Norte de Cuiabá) sediará a 13ª edição da Jornada de Estudos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O evento realizado pelo Poder Judiciário em parceria com a Associação Mato-Grossense de Magistrados (Amam) ocorrerá nos dias 14 e 15 de julho.
 
A abertura da Jornada está marcada para a sexta-feira, a partir de 15h, no auditório do Fórum de Alta Floresta e será realizada pela Presidência do TJ, Corregedoria-Geral da Justiça, Escola da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) e Associação Mato-Grossense dos Magistrados.
 
Ainda na sexta-feira vai haver uma plenária aberta, com previsão de início às 19h30 no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Esta parte da programação contará com a participação de autoridades e será aberta ao público.
 
No sábado, a Jornada terá continuidade no auditório do Fórum e começará às 8h30. Apresentação, discussão e debates de tema a ser definido com as conclusões dos trabalhos do Grupo de Estudos farão parte da programação.
 
Para mais informações e esclarecimentos entrar em contato com a secretaria da Esmagis-MT pelos telefones: (65) 3617-3844/3467.
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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.