A Câmara Municipal de Alta Floresta divulgou, nesta segunda-feira (25), uma nota oficial em razão das notícias envolvendo o vereador Reginaldo Luiz da Silva, conhecido como Naldo, alvo de uma operação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realizada em 25 de julho.
A ação ocorreu na comunidade Pista do Cabeça, zona rural de Alta Floresta, onde o parlamentar foi preso em flagrante sob acusação de manter um depósito com insumos médicos e medicamentos em condições impróprias para consumo. De acordo com o MPMT, o local não tinha alvará da Vigilância Sanitária nem acompanhamento de farmacêutico, e a venda irregular era realizada pela esposa do vereador.
Na nota, a Câmara esclareceu que não foi alvo da operação e destacou que “eventuais condutas atribuídas a vereadores, em caráter pessoal, serão analisadas exclusivamente pelas autoridades competentes”. O documento ainda reforça que a instituição não antecipa juízo de valor sobre investigações em andamento, mantendo seu compromisso com a legalidade, ética e transparência.
Já a assessoria jurídica de Naldo alegou que o mandado de busca e apreensão não foi expedido em nome do vereador e que ele “apenas se encontrava no local no momento da diligência, colaborando com os agentes públicos”. O parlamentar responde ao processo em liberdade provisória, mediante medidas cautelares.
Leia a nota na íntegra.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Câmara Municipal de Alta Floresta, diante das notícias recentemente veiculadas na imprensa e nas redes sociais envolvendo um de seus membros, vem a público esclarecer:
A instituição não foi alvo da operação mencionada e não participou de qualquer ato objeto da apuração. Eventuais condutas atribuídas a vereador(a) em âmbito pessoal serão analisadas exclusivamente pelas autoridades competentes, que têm total autonomia para a investigação e aplicação da lei.
Ressaltamos que a Câmara Municipal de Alta Floresta, como órgão legislativo, mantém seu compromisso com a legalidade, a ética, a transparência e o respeito ao devido processo legal, não cabendo a esta Casa antecipar juízos ou conclusões sobre fatos que ainda estão sob investigação.
Por fim, reafirmamos á população que a Câmara Municipal seguirá desempenhando suas funções constitucionais de legislar e fiscalizar em prol do interesse público, com total respeito ás instituições democráticas e ao Estado de Direito.
Alta Floresta – MT, 25 de agosto de 2025.





