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Caminhoneiros pressionam por MP que garante peso mínimo do frete: ‘É o papel do Congresso’

Caminhoneiros pressionam por MP que garante peso mínimo do frete: ‘É o papel do Congresso’

Piso mínimo do frete

Caminhoneiros pressionam por MP que garante peso mínimo do frete: ‘É o papel do Congresso’

Representantes cobram avanço de medida provisória e tentam levar conversas a Motta e Alcolumbre

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Caminhoneiros dão início a uma rodada de negociações no Congresso para avançar com a medida provisória que garante o peso mínimo do frete. Conversas com parlamentares marcaram os últimos dias, com apelos pelo início de uma comissão especial.

As demandas miram alcançar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A mudança ligada ao frete foi autorizada pelo governo federal, com a criação de um código para operação de transporte, o CIOT, e medidas administrativas para cumprir o piso mínimo em rodovias.

Parte dessas regras entrará em vigor de forma automática no dia 24 de maio, mas é necessário apoio do Congresso para que a mudança não deixe de valer e se torne permanente.

A pressão por apoio mira parlamentares da base governista e da oposição, conforme indicou Carlos Litti, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL).

“A gente tentou priorizar todos os estados, ter uma representação nacional para ter essa voz, dentro da Câmara e do Senado, para que a MP 1343 seja instalada. A comissão e a relatoria”, afirmou Litti. “Me parece que há um conflito entre todos: governo e oposição e isso está trancando o andamento”, emendou.

O representante da categoria também prevê que ao menos outros 20 coordenadores estaduais participem da busca a parlamentares ao longo da semana. A principal demanda a ser levada é a necessidade do frete para continuidade do transporte por cargas.

“O piso mínimo de frete não é mais do que transporte. Somente o custo. Não estamos buscando nem a lucratividade, nós estamos buscando para que a gente não trabalhe no prejuízo” defendeu.

Fonte: R7

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