O governo de Mato Grosso começou a retirar as estruturas que serviriam de suporte para o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A retirada iniciou pelos postes de cabeamento e as obras do novo modal, o Ônibus de Trânsito Rápido (BRT).
O desmanche das estruturas foi destaque no Jornal Nacional, da Rede Globo. a reportagem afirma que quase R$ 89 milhões investidos na construção da estrutura já foram desperdiçados, referente aos trilhos comprados para o trem que nunca andou.
O VLT foi projetado para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e foi marcado pela corrupção e entraves judiciais. A obra paralisada possui 20 quilômetros de extensão entre Cuiabá e Várzea Grande. Em dezembro de 2014, as obras foram interrompidas. Em 2018, o governo do estado rompeu o contrato com o consórcio VLT e, depois, decidiu substituir o modal pelo BRT.
A mudança do modal foi anunciada pelo governador Mauro Mendes (União) em dezembro de 2020. Na ocasião, o contrato com o Consórcio VLT já havia sido rompido há três anos, por força de uma decisão judicial. Segundo o consórcio, do total de R$ 1,4 bilhão do contrato, eles só receberam pouco mais de R$1 bilhão.
Veja a reportagem:





