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Assembleia Legislativa discutem calendário da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 em MT

Assembleia Legislativa discutem calendário da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 em MT

Volta do recesso

Assembleia Legislativa discutem calendário da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 em MT

A matéria, já votada em primeira no plenário, volta para segunda votação no dia 23 de agosto

O presidente Eduardo Botelho anunciou o calendário de tramitação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024. Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União), anunciou nesta quarta-feira (2), durante sessão ordinária, a publicação do calendário de tramitação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024. “Já publicamos o cronograma de tramitação da LDO para a segunda votação em plenário. Todos têm acesso, foi encaminhado para todos os gabinetes”, informou Botelho.

O calendário prevê, para a próxima segunda-feira (7), uma audiência pública da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO); na terça-feira (8), parecer conjunto da CFAEO e da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). No dia 9, próxima quarta-feira, o PLDO 1399/2023 retorna ao plenário para a segunda votação e concessão de pedido de vista. O calendário fecha com o retorno da pauta em plenário no dia 23 de agosto para, definitivamente, votar o projeto em segunda votação.

Para o próximo ano, o governo estima na LDO de 2024 uma receita corrente líquida de R$ 29,042 bilhões, um aumento nominal de 9,65%, se comparado com o orçamento de 2023, que foi projetado em R$ 26,486 bilhões. Em justificativa à mensagem, o Poder Executivo destaca que “as diretrizes ora definidas estão em sintonia com os cenários político, econômico e social. O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 resulta da realidade econômica e financeira do estado, considerando estimativas de receitas, de despesas e de metas fiscais em função da política fiscal vigente”, diz na mensagem 84/2023.

A proposta traz um demonstrativo regionalizado para as renúncias de receita por tributo, para o exercício de 2024, em R$ 11,8 bilhões. Desse montante, o governo pretende abrir mão de R$ 10,7 bilhões de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), de R$ 448 milhões de IPVA, R$ 113 milhões de ITCD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direito), de 30 milhões de taxas e R$ 455 milhões de juros e penalidades.

O governo anuncia, na mensagem, para a Revisão Geral Anual (RGA-2024) dos servidores, 5,86%. O percentual está atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 2023. O impacto previsto na folha de pagamento é na ordem de R$ 657,3 milhões. O reajuste passa a valer a partir de janeiro de 2024.

Fonte: FLÁVIO GARCIA / Secretaria de Comunicação Social

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