O projeto Energia Solidária já atendeu 15 mil família em Mato Grosso que foram beneficiadas com desconto na aquisição de equipamentos mais econômicos. Previsto para terminar, no dia 31 de agosto, o projeto já atingiu 94% do volume de eletrodomésticos comercializados.
Essa já é a segunda edição do Energia Solidária, que começou em maio, e tem o objetivo de reduzir o consumo de energia. A população ainda pode adquirir geladeiras de uma porta e alguns modelos de ar condicionado com 50% de bônus, desde que concordem em entregar um equipamento antigo equivalente ao novo e façam uma contribuição de R$ 50 a um fundo destinado a entidades beneficentes.
Os demais equipamentos: geladeiras de duas portas, freezers e aparelhos de ar condicionado Split, já estão esgotados. Além do equipamento novo, com selo Procel – que atesta a economia de energia – o cliente também podem trocar quatro lâmpadas incandescentes ou fluorescentes por outras de Led, sem nenhum custo.
No caso de clientes com tarifa social (baixa renda), o bônus é ainda maior: 70%. “Quem arca com o pagamento desse bônus é a Energisa, por meio do programa Energia Eficiente”, explica a gerente dos projetos de eficiência energética da Energisa Mato Grosso, Marjorie Teruel de Assunção.
Em 2015 mais de 10 mil famílias foram beneficiadas com a primeira edição do Energia Solidária. Nesta edição, o investimento aumentou 64%, chegando a R$ 18 milhões. Além disso, o atendimento foi ampliado, com a participação de duas redes de lojas, Gazin e Ricardo Eletro, aumentando o número de municípios com lojas participantes no Estado.
Marjorie lembra que todos os equipamentos recolhidos são encaminhados para o descarte ou reciclagem, de acordo com normais ambientais em vigor. “Nenhum equipamento recolhido pode ser doado e muito menos revendido, pois são eletrodomésticos muito antigos e de alto consumo e o objetivo do projeto é justamente reduzir o consumo”.
De acordo com determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as distribuidoras de energia devem investir um percentual de sua receita em projetos que reduzam o consumo de energia. Porém, o formato desses projetos é definido pelas próprias distribuidoras, de acordo com os procedimentos regulados.





