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Pesquisa mostra que 51% do eleitorado mato-grossense desconhece >escândalo dos grampos>

Pesquisa mostra que 51% do eleitorado mato-grossense desconhece >escândalo dos grampos>

Pesquisa mostra que 51% do eleitorado mato-grossense desconhece >escândalo dos grampos>

Pesquisa Ibope divulgada na semana passada pelo Diário mostra que 51% do eleitorado mato-grossense não tomaram conhecimento da chamada ‘Grampolândia Pantaneira’ – um esquema de interceptações telefônicas clandestinas contra adversários políticos, advogados, magistrados e jornalistas envolvendo o alto escalão do governo do Estado -. Já 41% dos entrevistados disseram que conhece o assunto. Outros 8% não souberam ou não quiseram responder. 

Se levarmos em consideração só os eleitores cuiabanos, 56% souberam do assunto e 40% não sabem sobre o tema. 4% não responderam. Já no interior apenas 37% estão por dentro das interceptações telefônicas clandestinas. Enquanto 57% nunca ouviram falar das investigações. Já 7% não souberam opinar. 
Ainda sobre o tema, 35% do eleitorado mato-grossense não vai mudar o voto por causa do “Escândalo dos Grampos”. Diferente de outros 32%, que disseram que o assunto influenciará na escolha do candidato em 2018. 

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Outros 15% disseram que talvez o assunto poderá fazer parte da sua decisão. Não souberam ou não quiseram responder somam 18%. 
Atualmente o Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu o inquérito nº 1210/DF para investigar a possível participação do governador Pedro Taques (PSDB) no caso. O ministro Mauro Campbell é o responsável pelas investigações. 

O caso veio à tona no dia 11 de maio deste ano, quando o ex-secretário-chefe da Casa Civil Paulo Taques deixou o governo. Entre as vítimas da espionagem em 2014 estão os dois coordenadores jurídicos das campanhas adversárias de Taques naquele ano, José do Patrocínio (campanha de Lúdio Cabral, PT) e José Antônio Rosa (campanha de Janete Riva, PSD). E também o ex-candidato a governador José Marcondes, o Muvuca, a deputada estadual Janaina Riva (PMDB) e o desembargador aposentado José Ferreira Leite. 

O desembargador Orlando Perri que era o responsável pelas investigações antes do processo subir, revelou que cerca de 70 mil telefones no Estado podem ter sido interceptados de forma ilegal desde 2014. De acordo com o magistrado, que é relator do caso dos grampos clandestinos, o total é estarrecedor. 
A denúncia foi feita à Procuradoria-Geral da República pelo promotor Mauro Zaque em janeiro deste ano, um ano e um mês após ter pedido demissão do cargo de secretário da Segurança Pública. 

Atualmente apenas o ex-comandante da Policia Militar Zaqueu Barbosa e o cabo Gérson continuam presos. Eles foram detidos no dia 23 de maio por decisão do juiz Marcos Faleiros. Os demais foram presos, mas liberados no dia 31 de outubro por Campbell após ter evocado todas as investigações das interceptações telefônicas clandestinas para o STJ. 

Todos estão cumprindo uma série de restrições cautelares. 

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.