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Associação das Águas Minerais de MT defende PL que estabelece padronização de garrafões de água mineral

Associação das Águas Minerais de MT defende PL que estabelece padronização de garrafões de água mineral

Padronização

Associação das Águas Minerais de MT defende PL que estabelece padronização de garrafões de água mineral

O projeto de lei visa assegurar o direito do consumidor de escolher o produto que deseja consumir, ao invés de ser coagido a escolher uma marca específica.

A proposta visa garantir a liberdade de escolha sobre a água mineral que o consumidor deseja. Foto: Divulgação

“É uma questão de direito do consumidor, o direito de comprar a água que quiser, sem ser impedido, somente por não ter um galão que não seja da mesma empresa”. O destaque é do empresário do setor de água mineral, Danilo Guedes. Ele é proprietário da empresa Água Mineral Excelência, de Cuiabá. A empresa dele faz parte da Associação das Águas Minerais de Mato Grosso.

A Associação apoia o Projeto de Lei 1622/2923 do deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), em trâmite na Assembleia Legislativa. O PL  institui a obrigatoriedade do sistema retornável intercambiável para os garrafões de água mineral natural e água potável de mesa.A proposta é que o consumidor tenha liberdade de escolher qual água irá beber, independente do garrafão de origem.Para o deputado, não parece razoável, do ponto de vista jurídico e comercial, que, após a aquisição do vasilhame, se imponha ao consumidor a restrição de reutilização do recipiente com o produto de uma organização empresarial diferente. “Essa conduta é prejudicial ao princípio de livre concorrência, e indevida”, critica o parlamentar. Por essa razão que ele está propondo mudanças na lei.O assunto está polemizando e para discutir o assunto Diego Guimarães chamou uma audiência pública para segunda-feira (11) às 9h na Assembleia.Presidente da Associação das Águas Minerais de Mato Grosso, Antônio Salazar Garcia, convoca empresários e toda a sociedade para esse debate, que interessa a todos. “O ônus maior da forma como está hoje é do consumidor, para beneficiar algumas poucas indústrias, que fazem reserva de mercado. O que nós queremos é que volte a ser como antes de 2019, em que com qualquer galão o consumidor comprava qualquer água. Então é importantíssimo participar dessa audiência”. Salazar é proprietário da Água Mineral Cristalina.Quero deixar bem claro que o empresariado do setor está totalmente interessado em manter a elevada qualidade do galão, inclusive do ponto de vista sanitário, para atender com segurança o consumidor.A questão estende-se por todo Mato Grosso, Capital e interior. Caso a lei mude, terá vigência estadual.

Fonte: Marcio Camilo

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