A Feira da Agricultura voltou a funcionar no estacionamento da sede da Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf), da Empaer e do Intermat, em Cuiabá. O espaço, que reúne produtores da agricultura familiar, fortalece o elo entre o campo e a cidade com a oferta de alimentos frescos, artesanais e de qualidade, além de promover o desenvolvimento rural sustentável.
Com funcionamento de segunda a sexta-feira, a feira conta com rodízio de expositores e também serve como ponto de orientação técnica aos produtores, com apoio da Empaer. A proposta é expandir a iniciativa para outros pontos da capital e ampliar a visibilidade da agricultura familiar mato-grossense.
A secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, reforçou o papel social da feira. “Cada pessoa tem uma participação especial aqui. A feira é a conclusão de um ciclo de trabalho, dedicação e esforço. É um espaço para comprar com confiança e também para estreitar laços entre quem cultiva e quem consome”, destacou.
O presidente da Empaer, Suelme Fernandes, destacou a importância do evento como um espaço de valorização dos produtores e da conexão entre quem produz e quem consome. “Três órgãos importantes do Estado que tratam exclusivamente da Agricultura Familiar estão reunidos aqui. Trazer a feira para perto dos servidores públicos e da população é uma forma de mostrar a relevância dessa atividade. O alimento é algo sagrado, e nós sabemos produzir com qualidade”, afirmou.

Entre os expositores está o pequeno empreendedor Albino dos Santos Filho, morador de Alta Floresta desde 1994. Há mais de 18 anos, ele e a família atuam na produção e comercialização de castanha-do-Brasil e produtos naturais. A empresa familiar, Castanhaf, tem se destacado na feira pelo compromisso com a qualidade e o exemplo de dedicação.
“A organização está excelente. Onde tem feira da agricultura familiar, a gente está junto. Já sou quase patrimônio disso aqui!”, afirmou Albino, que representa a força da agricultura familiar no interior do Estado.
A Feira da Agricultura reforça o papel social da produção local, valorizando histórias como a de Albino e promovendo o contato direto entre quem planta e quem consome.





