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Suspeita de intoxicação por metanol é investigada em Peixoto de Azevedo

Suspeita de intoxicação por metanol é investigada em Peixoto de Azevedo

Metanol

Suspeita de intoxicação por metanol é investigada em Peixoto de Azevedo

A paciente em investigação é uma mulher de 37 anos, que deu entrada no pronto atendimento do Hospital Regional após consumir bebida alcoólica no dia 29 de setembro.

Intoxicação normalmente é associada ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. — Foto: Reprodução/ TV Globo

Um possível caso de intoxicação por metanol está sendo investigado em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), neste domingo (5).

Segundo a prefeitura do município, a vítima é uma mulher de 37 anos, que deu entrada no pronto atendimento do Hospital Regional após consumir bebida alcoólica no dia 29 de setembro. A paciente permanece internada e o resultado do exame que pode confirmar a intoxicação deve ser divulgado nesta segunda-feira (6).

Até a última atualização desta reportagem, 14 casos foram confirmados e 181 estão em investigação no país.

  • ???? O metanol é um álcool usado industrialmente em solventes e outros produtos químicos. Ele é altamente perigoso quando ingerido. Inicialmente, ataca o fígado, que o transforma em substâncias tóxicas que comprometem a medula, o cérebro e o nervo óptico, podendo causar cegueira, coma e até morte. Também pode provocar insuficiência pulmonar e renal.

???? Quando desconfiar de intoxicação

Os primeiros sinais são discretos e podem enganar. Os médicos devem suspeitar de intoxicação por metanol quando um paciente relata ter consumido bebida alcoólica e, após 12 a 24 horas, começa a apresentar:

  • Dor de cabeça intensa, enjoo, vômitos e dor abdominal;
  • Tontura, confusão mental, falta de coordenação, sonolência ou convulsões;
  • Alterações na visão — como visão turva, borrada ou perda súbita da visão;
  • Sintomas de embriaguez que pioram, em vez de melhorar.

 

Nos quadros mais severos, o paciente evolui rapidamente para acidose metabólica grave, insuficiência respiratória, convulsões, coma e parada cardíaca.

Fonte: g1 MT

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