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Polícia Civil prende dois investigados por estupro de vulnerável em Guarantã do Norte

Polícia Civil prende dois investigados por estupro de vulnerável em Guarantã do Norte

Após denúncia

Polícia Civil prende dois investigados por estupro de vulnerável em Guarantã do Norte

Homem de 63 anos e mãe das vítimas, de 37, tiveram prisão preventiva decretada após denúncia anônima

A Polícia Civil cumpriu, na última sexta-feira(9), dois mandados de prisão preventiva contra um homem de 63 anos e uma mulher de 37 anos, investigados pelo crime de estupro de vulnerável, no município de Guarantã do Norte. A mulher é mãe de duas crianças, uma menina de 10 anos e um menino de 8, apontadas como vítimas.

De acordo com a polícia, a investigação teve início em setembro do ano passado, após uma denúncia anônima recebida pelo Disque 100, relatando comportamento suspeito do homem em relação a crianças. A partir disso, os investigadores passaram a monitorar a rotina do suspeito e identificaram aproximações frequentes com os menores, em horários regulares e em situações que dificultavam a visualização do interior do imóvel onde ocorriam os encontros.

As apurações apontaram que o investigado tinha acesso facilitado às crianças devido à relação de proximidade com a mãe. Ainda conforme a Polícia Civil, ele oferecia dinheiro e doces para atrair os menores para dentro da residência, onde trancava portas e janelas, impedindo que saíssem.

Durante a investigação, foi constatado que a mãe mantinha vínculo próximo com o suspeito, o que poderia influenciar as vítimas e comprometer a proteção integral garantida a crianças e adolescentes. Além disso, os investigadores identificaram contradições relevantes nos depoimentos da mulher, enquanto o homem apresentou comportamentos que poderiam dificultar o andamento das investigações.

Diante dos elementos reunidos, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva dos dois investigados. A medida foi autorizada pela Justiça e cumprida pela equipe policial. Ambos permanecem presos e à disposição do Poder Judiciário.

O caso segue sob investigação, com acompanhamento da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente.

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