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Após ter emendas empenhadas deputados limpam pauta com redução de impostos

Após ter emendas empenhadas deputados limpam pauta com redução de impostos

PACOTE DE BONDADES

Após ter emendas empenhadas deputados limpam pauta com redução de impostos

Medidas do governo Mauro Mendes serão sancionadas pelo governador em exercício, Otaviano Pivetta.

Apesar das emendas impositivas centralizarem as atenções, bem como os investimentos previstos no projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA/2026) pelo Governo do Estado para o último ano do segundo mandato de Mauro Mendes, não foi apenas essas matérias que acabram apreciadas pelos deputados, pelo contrário, muitas outras de interesse geral e da população acabaram sendo apreciadas.

No pacote de bondades que o Governo Mauro Mendes e Otaviano Pivetta mandaram para apreciação dos deputados, o que só ocorreu porque o Governo do Estado cumpriu o compromisso de empenhar todas as emendas parlamentares, independente de serem ou não impositivas e que somam R$ R$ 1.019.691 bilhão das quais R$ 785.782.806 milhões foram liquidadas, portanto, são dívidas do Poder Público e R$ 757.891.967 já foram pagas, estão projetos de benefícios fiscais, isenções e vantagens.

Entre as principais medidas propostas e aprovadas, está o perdão de passivos fiscais de débitos relativos à Taxa de Segurança contra Incêndio (TACIN) vencido até 31 de dezembro de 2025, além da isenção total da taxa para os empresários no ano de 2026.
A medida, segundo o Governo do Estado, busca aliviar os débitos de empresários durante o período em que a cobrança da taxa ficou suspensa por seis anos, mas voltou a ser considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2025, o que levou os contribuintes a pagar o passivo que não foi recolhido na época da discussão judicial.

O projeto também prevê a criação de um programa de regularização do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD), incidente sobre doações de bens e quotas declaradas com valor abaixo do mercado. O benefício inclui redução de até 80% das multas e eliminação total dos juros para pagamento à vista, além de condições facilitadas para parcelamento, com redução de 70% da multa e 100% dos juros. A medida deverá ser regulamentada em decreto depois da aprovação da lei.

No eixo de incentivo ao desenvolvimento econômico, o governo propõe a reestruturação do programa Voe MT, com redução progressiva da alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV). A alíquota pode chegar a 2,72%, conforme a ampliação do número de voos e de municípios atendidos pelas empresas de transporte aéreo. O objetivo é fortalecer a aviação regional e ampliar a integração logística do Estado.

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), a intenção é criar facilidade tanto para a população como para os empresários e comerciantes, incentivando o turismo, que movimenta outras 54 atividades econômicas, gera muito emprego e promove uma distribuição mais igualitária da renda.

Segundo o presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de Mato Grosso, Luis Carlos Nigro, a reestruturação do programa Voe MT vai incentivar o turismo, com maior número de ofertas de voos dentro e fora do Estado.

“Mato Grosso é um Estado com dimensões continentais, e temos grandes distâncias a serem vencidas. Esse incentivo é muito importante porque aproxima regiões e facilita com que cidadãos do interior possam vir aqui para a Baixada Cuiabana e também para outros Estados. Hoje, o combustível de aviação representa 40% do custo de uma companhia aérea. É muito importante essa medida porque ajuda no desenvolvimento do turismo”, disse.

Outro ponto do pacote é o estímulo ao setor de microcervejarias, com a ampliação do limite de produção anual de 3 milhões para até 5 milhões de litros. A medida busca equiparar Mato Grosso às regras já adotadas por outros estados e incentivar o crescimento do segmento, mantendo o tratamento tributário diferenciado para pequenos produtores.

A proposta inclui ainda ações voltadas à segurança jurídica, como a prorrogação, até 31 de dezembro de 2032, dos benefícios do programa COMEX/MT para o comércio exterior e a ratificação de convênios do ICMS firmados no âmbito nacional. Esses acordos abrangem isenções para Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs), biogás, biorrefinarias e a regularização de passivos de programas estaduais de incentivo, além do setor de panificação industrial na produção de pães congelados.

O vice-presidente da Fiemt, Sérgio Antunes, destacou que as medidas animam o setor industrial. “O governo entendeu o problema, fez uma lei e está sendo parceiro para resolvê-lo. Isso vai fazer com que o empresário invista mais, gere mais emprego e o consumidor final também tenha um benefício direto, com redução no preço. Agradeço o governo e a Assembleia por esse projeto para dar esse alívio”, disse.

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Dr. João José de Matos (MDB), enalteceu os esforços do Governo Mauro Mendes para fomentar toda e qualquer atividade econômica, ainda mais ligada ao turismo que aquece outras 52 atividades econômicas.
“Toda e qualquer iniciativa voltada para melhorar a vida da população e facilidades para a indústria e comércio é bem vinda e conta com o meu apoio e voto”, asseverou Dr. João José de Matos.

Fonte: Diário de Cuiabá

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