Pesquisar

Médico investigado por organização criminosa e lavagem de dinheiro é preso na Bolívia

Médico investigado por organização criminosa e lavagem de dinheiro é preso na Bolívia

Operação Codinome Fantasma III

Médico investigado por organização criminosa e lavagem de dinheiro é preso na Bolívia

Investigado tinha mandado de prisão preventiva e estava na lista de Difusão Vermelha da Interpol

Um médico de 38 anos, investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso por suposto envolvimento com organização criminosa e lavagem de dinheiro, foi preso na sexta-feira (14), na Bolívia.

A prisão foi realizada em uma ação conjunta envolvendo policiais da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, autoridades policiais bolivianas e a Interpol. A localização do investigado ocorreu a partir de informações de inteligência levantadas pela Draco.

O médico tinha um mandado de prisão preventiva expedido pela Quinta Vara Criminal de Sinop, no âmbito da Operação Codinome Fantasma III. Ele também estava incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo utilizado para auxiliar na localização e captura de pessoas procuradas internacionalmente pela Justiça.

O investigado é apontado nas apurações como suspeito de integrar organização criminosa e de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro.

Após a prisão em território boliviano, deverão ser adotados os procedimentos legais para eventual extradição ao Brasil, conforme os mecanismos de cooperação jurídica e policial entre os dois países.

Segundo a Polícia Civil, a ação contou ainda com o apoio do Ministério Público de Mato Grosso e da Polícia Federal, que auxiliaram nas diligências para localização do investigado.

A Draco destacou que a cooperação entre as forças de segurança brasileiras e organismos internacionais, como a Interpol, tem sido fundamental para localizar pessoas investigadas que deixam o país na tentativa de evitar o cumprimento de decisões judiciais.

Fonte: Assessoria - PJC

Receba as notícias do Nativa News no seu WhatsApp.

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Imprimir

Comentários