Um homem foi atingido por disparos de arma de fogo, na região da cabeça, na noite de segunda-feira (20).O caso ocorreu no distrito de Japuranã em Nova Bandeirantes.
Conforme o boletim de ocorrência, um investigador da Polícia Civil acionaram a PM dizendo que teria uma pessoa ferida por disparo de arma de fogo no posto de saúde do distrito de Japuranã e este estava sendo levado para o hospital de Nova Bandeirantes.
No hospital, a equipe presenciou a chegada da ambulância vinda do posto de Japuranã, trazendo a vítima, um homem identificado como Alexandro Claro da Silva, de 27 anos, com uma perfuração de arma de fogo no lado direito da cabeça. Segundo o médico plantonista, a vítima já chegou em óbito sem sinais vitais.
A equipe da PM se deslocou juntamente com a Polícia Civil para o local onde ocorreu o crime, um bar localizado na rua João Brás Alves, a convivente da vítima não estava em sua casa que fica nos fundos do bar.
Uma testemunha disse aos policiais que estava na varanda da sua residência que é vizinha do bar e, conversava com um amigo que o visitava e que o som do bar estava insuportável, que em determinado momento viu sua vizinha correndo em sua direção apavorada solicitando ajuda por que seu convivente teria se “suicidado”.
A testemunha então levou a vítima até o posto de saúde de Japuranã, a guarnição em seguida deslocou duas quadras e conseguiu localizar a esposa da vítima na casa de uma amiga.
Ela disse para a PM que convivia com a vítima cerca de 06 (seis) meses, que sempre tiveram pequenas discussões sem nenhuma agressão física, que no sábado dia 18 seu companheiro agrediu fisicamente um cidadão que segundo ela dias antes o homem teria adentrado no bar pedindo para que fosse vendido a ele bebida alcóolica “fiado”, como recebeu a negativa, este veio a ameaçar a ela.
Ela disse ainda que contou para seu convivente e que seu companheiro adquiriu uma arma de fogo para acertar as contas se acaso esse homem viesse cumprir a ameaça, que nada data de ontem, segunda-feira (20), estavam tomando umas cervejas e que houve uma discussão por motivos fúteis, que a vítima então pegou a arma de fogo que estava guardado dentro de sua casa e saiu por duas vezes atrás do homem que havia feito a ameaça e que não o encontrando voltou para o bar e foi atender os fregueses que jogavam sinuca.
Segunda a esposa ela teria tentado desarmar seu marido, porém, não conseguiu. Apenas tirou as munições que estavam em seu bolso. Mas minutos após escutou um tiro, foi até o terreno ao lado de sua residência e percebeu que seu marido estava sangrando e agonizando, saiu correndo desesperada para chamar ajuda.
Os fregueses saíram do local sem ajudá-la. No local do óbito, ficou uma arma de fogo cabo de madeira calibre aparentando ser 22″ polegadas. O caso passa a ser investigado.





