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Leitos de UTIs no hospital Regional de Alta Floresta podem estar funcionando até maio

Leitos de UTIs no hospital Regional de Alta Floresta podem estar funcionando até maio

Leitos de UTIs no hospital Regional de Alta Floresta podem estar funcionando até maio

Um dos grandes anseios da população de Alta Floresta e região e também uma necessidade é a construção de UTIs (Unidade de Tratamento Intensivo) no Hospital Regional do município. A obra já serviu de promessas políticas de muitos candidatos. 

Segundo a Diretora do Hospital Regional de Alta Floresta, Lúcia Tiso, a construção das UTIs poderá ser finalmente concluída no município. “Nós tivemos a liberação de alguns recursos que estavam bloqueados e fizemos os pagamentos, mas ainda falta um pagamento para a construtora, para que as obras possam recomeçar e terminar em definitivo”, disse a diretora.

“Para terminar a obra, falta o pagamento de R$262 mil reais para a construtora, pagamento de serviços que já foram realizados no local. Depois fica faltando a última parcela de R$123 mil para o término da obra, já incluso a parte elétrica, instalação dos equipamentos e a pintura que está orçada em R$93 mil. Se estes recursos forem liberados é possível entregar as UTIs em funcionamento até o aniversário da cidade, no dia 19 de maio”, garante Lúcia.

A diretora conta que para não bloquear os recursos do estado foi feita uma reunião, lavrado em ata, entre o promotor de justiça e o diretor do hospital, ficando acertado que o estado realizasse o pagamento da pintura. “O pagamento de R$ 262 mil já se encontra ajuizado, faltando apenas o juiz liberar o pagamento. Quando este valor for autorizado, e nós conseguirmos o alvará e a obra será retomada”, informa a diretora. 

EQUIPAMENTOS – A diretora do Hospital conta que a maior parte dos equipamentos para o pleno funcionamento das UTIs, já foram adquiridos e muitos já chegaram ao município. “Já chegaram as 10 camas elétricas, os 10 ventiladores mecânicos, aparelhos que que possibilita que se veja o coração e outros órgãos do corpo. Ele é utilizado quando o paciente precisa ser entubado. As 10 camas elétricas, o autoclave de 300 litros que é o aparelho usado para esterilização e os 8 monitores também estão aqui. Está previsto para serem entregues no dia 07 de março o aparelho de eletrocardiógrafo, as 12 poltronas para acompanhante, sendo que 2 poltronas vai ser instaladas no banco de sangue, a poltrona cirúrgica e os aparelhos de raio X”, informa a diretora. 

Lúcia Tiso disse que vai faltar poucas coisas, mas que a empresa que será contratada para gerenciar as UTIs deverão trazê-las. “Entre os aparelhos que faltam está o da hemodiálise e os ares-condicionados, mas a empresa que vier a ser contratada deverá trazer estes equipamentos. Bem como, materiais do dia-a-dia do hospital”, conta a diretora. “Algumas empresas já demonstraram interesse, mas é em Cuiabá, na secretaria estadual de Saúde, que define a escolha. São todas empresas médicas de fora, mas já vieram fazer uma vistoria no local e verificar o que está faltando para que, finalmente, estas unidades de UTIs possam entrar em funcionamento”, complementa Lúcia. A obra inclui também uma ala onde serão implantados 9 leitos de UTI, um leito em sala totalmente isolada, banheiros, cozinhas, refeitórios, quarto de repouso dos médicos e enfermeiros, ala para medicamento, esterilização dentre outros.

MATERIAL HUMANO – A diretora informa que uma equipe já fez treinamento e pós-graduação. “Nós já temos alguns enfermeiros, daqui de Alta Floresta, que já fizeram a pós-graduação em UTI para realizar atendimento aos pacientes, mas quando uma empresa assume estas unidades no Hospital, pode trazer a equipe formada. Mas precisamos de mão-de-obra especializada aqui, e ainda falta muitos profissionais nesta área”, disse. 

Para a diretora, o mais importante é a liberação dos recursos. O restante são detalhes que já estão sendo tomadas decisões. “Se os recursos forem liberados, estimamos um prazo de 45 dias para a construtora entregar a obra. Está tudo orçado, fios, pintura, acabamento, mão-de-obra e eletricista. Para isto, só falta a liberação destes recursos”, completa Lúcia. 

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