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Em penitenciária em Cuiabá, presos têm grupo de mensagens do crime

Em penitenciária em Cuiabá, presos têm grupo de mensagens do crime

Em penitenciária em Cuiabá, presos têm grupo de mensagens do crime

Investigação exclusiva revela uma cadeia brasileira onde os presos têm um mercadinho à disposição e usam celulares tranquilamente. Os bandidos formaram até um grupo em um aplicativo de troca de mensagens, para combinar os crimes. Chamado “Marreta Progresso 157” (157 é o artigo do “Código Penal” para roubo), o assunto principal do grupo é roubo de carros.

O criador do grupo é Luciano Mariano da Silva, apelido: Marreta. Condenado à prisão por 56 anos por tráfico e roubo, ele está na Penitenciária Central de Mato Grosso, em Cuiabá, a maior cadeia do estado. Segundo a polícia, ele controla do presídio os crimes praticados no estado pela principal quadrilha do Rio de Janeiro. Criou até uma poupança do crime. 

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