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Detran investiga três médicos por atraso nos exames de motoristas em MT

Detran investiga três médicos por atraso nos exames de motoristas em MT

Detran investiga três médicos por atraso nos exames de motoristas em MT

O diretor do Departamento Estadual de Trânsito do Estado (Detran-MT), Arnon Osni, instaurou processos administrativos para apurar as condutas de três médicos credenciados que atuam na instituição. Conforme investigações da Polícia Civil, os profissionais estariam atrasando o lançamento de exames no sistema do DetranNet.

De acordo com portaria assinada na última sexta-feira (3), os médicos credenciados L.H.M, P.S.S e T.C.A estariam demorando para lançar os exames realizados em motoristas habilitados e alunos que realizam testes para conquistar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os apontamentos sobre os atrasos nos lançamentos dos exames foram feitos por meio de investigação da Polícia Civil, com o apoio da Coordenadoria de Fiscalização de Credenciados do Detran (CFISC).

O relatório sobre a conduta dos médicos do Detran-MT revelou que os três profissionais “vêm reiteradamente atrasando os lançamentos, no sistema DetranNet, dos resultados dos exames médicos que efetuam, causando transtornos aos alunos”. Cada médico investigado teve um procedimento administrativo específico, instaurado por Arnon Osni.

Apesar de serem acusados pela mesma prática irregular, cada um dos profissionais terá sua conduta analisada de modo individual. O diretor do Detran-MT ressaltou, na portaria de sexta-feira, que o suposto atraso no lançamento dos exames vai contra as normas da instituição.

Após análise das condutas dos profissionais, eles poderão sofrer sanções que variam de advertência a suspensão e descredenciamento da instituição. A punição ocorrerá conforme o nível da gravidade da prática irregular.

Para participar da Comissão que irá conduzir o processo administrativo, o diretor do Departamento de Trânsito convocou os agentes de trânsito Loester Rodrigo Marçal Siqueira, que será o presidente das apurações, e Edward Henrique Lopes dos Santos. Eles deverão avaliar eventuais responsabilidades administrativas dos médicos investigados, “bem como proceder ao exame dos atos e fatos conexos que emergirem no curso dos trabalhos”.

Os servidores convocados para conduzir a comissão terão o prazo de 60 dias para concluir os processos administrativos. Caso seja necessário, o prazo poderá ser prorrogado por mais 60 dias.

A portaria entrou em vigor nesta segunda-feira (6), data em que foi publicada no Diário Oficial.

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