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Cipem participa do maior evento de madeira tropical do mundo

Cipem participa do maior evento de madeira tropical do mundo

Cipem participa do maior evento de madeira tropical do mundo

O Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) representou os interesses nacionais do setor na 55ª Conferência da ‘International Tropical Timber Organization (ITTO)’. O evento reuniu, entre os dias 02 e 06 de dezembro, representantes de 72 países em Lomé, capital da República do Togo, localizado na África Ocidental. O objetivo é promover o comércio mundial da madeira tropical, por meio de projetos especiais e políticas de fomento ao segmento de base florestal.

“Participamos dos debates e dos encaminhamentos do nosso setor na República do Togo. E o que me chamou a atenção foi que o tema predominante foi a rastreabilidade dos produtos florestais. Assim, percebemos o quanto o Brasil está avançado nesse aspecto, inclusive sendo apontado pelos norte-americanos como referência em monitoramento”, ressaltou o vice-presidente do Cipem, Gleisson Tagliari.

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O encontro é promovido pela Organização Internacional da Madeira Tropical (OIMT) e reúne 36 países produtores e 36 consumidores de madeira tropical. Desde o ano passado, o Cipem passou a integrar o ‘Trade Advisory Group’ (Grupo de Trabalho do Comércio), formado por membros do Estados Unidos, Vietnã, China, Malásia, Brasil, França, Congo e Indonésia.

A condição, considerada privilegiada, permite que a entidade participe da elaboração das diretrizes que nortearão o mercado internacional da madeira tropical, uma vez que a Conferência possui caráter deliberativo. O ‘Green Supply Sustainable Chain (GSSC)’ – cadeia verde de fornecedores sustentáveis – teve destaque especial na pauta. Em que pese o tema, Mato Grosso é exemplo ao empregar a técnica do manejo florestal.

Inúmeros projetos foram elaborados pelos países participantes da Conferência visando o fomento do setor. Ao todo, quatro foram apreciados, os quais abordam o apoio ao manejo florestal e desenvolvimento de técnicas de manejo; recomposição de áreas degradadas nas populações ribeirinhas; fomento e desenvolvimento industrial; e de reflorestamento.

Esta é a segunda vez que o setor de base florestal mato-grossense participa do evento. “Essa participação nos posiciona estrategicamente perante o comércio internacional de madeira tropical. Constatar que a rastreabilidade tem sido o grande mote atual e certificar de que somos referência internacional no assunto me deixou bastante animado. Significa que o setor de base florestal brasileiro está no caminho certo”, concluiu Tagliari.

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