A opção por não custear folias tem como argumento comum o alto custo dos bailes e a priorização de outras áreas da administração, principalmente saúde e educação.
Cuiabá, Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Tangará da Serra, Juara, Alta Floresta e Nossa Senhora do Livramento, além de Lucas do Rio Verde, compõem a lista de cidades que aderiram à proposta do Ministério Público de Contas de não aplicar recursos públicos em atividades ligadas ao carnaval deste ano.
Em carta aos 141 municípios do estado, o MPC lembra que a Lei Orçamentária Anual – LOA – de Mato Grosso opera com um déficit estimado de R$ 1,7 bilhão para o exercício 2019. Além disso, cita o documento, somente em 42 municípios, os custos com o carnaval de 2018 somaram aproximadamente R$ 2 milhões.
Em Alta Floresta, a Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Juventude, por meio do Departamento de Cultura, informou que, com a falta de repasses do Governo do Estado a Prefeitura tem sido obrigada a suprir financeiramente aquilo que é de obrigação do Estado, principalmente nas áreas de Saúde e Educação, o que impossibilita neste ano a realização do carnaval popular em Alta Floresta.





