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Anvisa manda recolher lote de pantoprazol vendido em embalagem trocada

Anvisa manda recolher lote de pantoprazol vendido em embalagem trocada

Troca de embalagem

Anvisa manda recolher lote de pantoprazol vendido em embalagem trocada

Medida foi adotada após a empresa MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. comunicar o recolhimento voluntário do lote

Mounjaro falsificado é apreendido — Foto: AdobeStock

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou, na quarta-feira (7), o recolhimento do lote OA3169 do medicamento Pantoprazol Sódico Sesqui-Hidratado – 40mg, indicado para o tratamento de problemas gastrointestinais.

Segundo a agência, apenas o lote citado foi atingido pela ação, que suspendeu também a sua venda, distribuição e uso.

A medida foi adotada após a empresa MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. comunicar o recolhimento voluntário do lote. A caixa do Pantoprazol 40mg foi trocada pela embalagem de outro medicamento, a Hidroclorotiazida 25mg, indicada para tratar pressão alta.

Lotes falsos

Lotes falsificados dos medicamentos Imbruvica, Mounjaro e Voranigo também foram alvo de ação da agência, que determinou a sua apreensão e proibição. 

Veja a lista dos lotes alvos da Anvisa

Imbruvica

Os lotes NIS7G01, NJS7J00 e PJS0B00 do medicamento Imbruvica, indicado no tratamento de diversos tipos de câncer no sangue, devem ser apreendidos e estão proibidos de ser comercializados, distribuídos e usados.

A medida foi tomada porque a verdadeira fabricante do medicamento, a Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda., informou que não produziu os lotes e que o registro do Imbruvica em formato de cápsulas foi cancelado.

Mounjaro

Conforme comunicado da empresa Eli Lilly do Brasil Ltda., que possui o registro do Mounjaro, o lote D838878 do medicamento não foi fabricado por ela.

Por isso, esse lote deve ser apreendido e não pode ser comercializado, distribuído e usado, segundo a Anvisa.

Voranigo

O lote FM13L62 do medicamento Voranigo, para tratar tumores cerebrais, também teve a sua apreensão e proibição determinadas pela Anvisa.

O lote não pode mais ser armazenado, vendido, distribuído, fabricado, importado, divulgado e usado, porque a empresa Laboratórios Servier do Brasil, que produz o medicamento, desconhece a origem do lote.

Problemas com antialérgico

Em nota, a Anisa informou que o lote 569889 do antialérgico Alektos 20mg, da empresa Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A., também deve ser recolhido e teve a sua venda, distribuição e uso suspensos.

A medida foi tomada, segundo a agência, porque foi identificado que a embalagem do Alektos 20mg havia sido trocada pela do medicamento Nesina.

De acordo com a Anvisa, a empresa comunicou o recolhimento voluntário do lote em questão.

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