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Pai de executor de policial conta que filho tomou arma de policial e atirou

Pai de executor de policial conta que filho tomou arma de policial e atirou

Pai de executor de policial conta que filho tomou arma de policial e atirou

Em um trabalho de rápida resposta, os policiais envolvidos na busca pelos criminosos que mataram o soldado da Polícia Militar Élcio Ramos Leite, 29 anos, na tarde desta terça-feira (2),  mataram um dos suspeitos do crime e prenderam outros dois  no bairro CPA III. Segundo informações, o soldado, que morreu com um tiro na cabeça, estava monitorando suposta venda de armas pelas redes sociais em Cuiabá

Os dois suspeitos são irmão e seriam alvos dos policiais. André de Oliveira, que foi autor do disparo contra o soldado, morreu a caminho da Unidade de Pronto Atendimento da Morada do Ouro, após a ação policial.

O segundo suspeito foi preso na casa ao lado da onde aconteceu o atentado contra os policiais.  A morte do policial Élcio Ramos Leite, 29 anos, movimentou ao menos 200 policiais, entre militares e civis na região. O terceiro envolvido, irmão do suspeito morto, estava com a arma do crime e ainda a arma do policial baelado.

À imprensa, o pai dos suspeitos e presidente do bairro, Carlos Alberto Oliveira ,  disse que um dos filhos havia ligado para ele minutos antes do crime. “Recebi uma ligação estranha do meu filho, dizendo que tinha dois homens aqui. Ele disse: ‘pai tem dois homens aqui dizendo que são policiais. Estão me cobrando dinheiro’. Minutos depois meu outro filho ligou também. ‘Pai eu tomei a arma dele e atirei. Acho que era policial sim’, relata o pai.

Conforme é possível ver no vídeo abaixo, o pai dos suspeitos não esclarece de onde era o dinheiro que, supostamente, estava sendo cobrado. “Se esses policiais não tivessem vindo tomar o que não é deles, meu filho não teria feito essa tragédia”, diz.

(Atualizada às 18:56) – Em entrevista coletiva à imprensa no final da tarde desta terça-feira, o secretário de Segurança Pública (Sesp), Rogers Jarbas, esclareceu as informações sobre o fato. Os policiais que foram alvos do ataque no CPA III fazem parte da equipe de inteligência do 24º Batalhão e estavam trabalhando em uma investigação sobre venda de armas de fogo em Cuiabá pelas redes sociais.

Um dos suspeito chegou a comercializar pistolas pelo Facebook. O secretário informou que os suspeitos, os irmãos André, Carlos e Renan Alves Oliveira, chegaram atirando no carro do soldado. Jarbas também desmentiu o  pai dos suspeitos, Carlos Oliveira, que havia dito à imprensa que os policiais estariam no local para extorquir seus filhos. André Olivira foi morto na atuação da polícia, após ter disparado contra o soldado Élcio Ramos Leite.O secretário descartou ter sido uma execução, embora testemunhas digam que André teria se entregado antes.

“Falar que os policiais estavam cobrando propina ou pegando dinheiro irregular é uma baita mentira. Os policiais tinham mandado para estar ali e faziam parte de uma das melhores equipes de inteligência. Infelizmente estamos em luto. Perdemos um guerreiro para a criminalidade”, comentou Jarbas.

Fonte: HiperNoticias

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