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MPF investiga desvio de verbas para construção de novas unidades prisionais, uma em Alta Floresta

MPF investiga desvio de verbas para construção de novas unidades prisionais, uma em Alta Floresta

MPF investiga desvio de verbas para construção de novas unidades prisionais, uma em Alta Floresta

O Ministério Público Federal (MPF) vai fiscalizar a execução de mais de R$ 44.7 milhões liberados pelo Governo Federal para serem aplicados no sistema prisional de Mato Grosso durante a gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB).

As verbas são oriundas do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e vai direto fundo penitenciário estadual para ser aplicado na criação de novas vagas e na modernização dos presídios. A determinação para o acompanhamento é do procurador da República, Carlos Roberto Diogo Garcia e foi publicada no Diário do MPF desta segunda-feira (2).

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que a maioria dos Estados que receberam repasses obrigatórios do Fundo Penitenciário, não aplicou de forma correta. Mato Grosso aplicou R$ 31,944 milhões para a construção de duas novas unidades, sendo uma em Alta Floresta, com 264 vagas, e outra em Sapezal, para 136 vagas. Também ampliou o presídio de Ferrugem, em Sinop, para mais 200 vagas.

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