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Barranco afirma que ideologia de gênero em escola de Juína é fake News

Barranco afirma que ideologia de gênero em escola de Juína é fake News

Ideologia de gênero

Barranco afirma que ideologia de gênero em escola de Juína é fake News

Polêmica foi levantada pela deputada Amália Barros em suas redes sociais e rebatida pelo petista

Thaís Fávaro - RDNews

O deputado petista Valdir Barranco rebateu a acusação da deputada federal Amália Barros (PL) de que o episódio acontecido esta semana na escola estadual Dr. Arthur Antunes Maciel, em Juína (a 745 km de Cuiabá), durante uma palestra sobre respeito à diversidade e à população LGBTQIA+, foi uma promoção à ideologia de gênero. Para Barranco, Amália representa um segmento do eleitorado e ela está falando para esse segmento, mas a acusação é distorcida da realidade.

“A acusação é muito distorcida. Eu sou professor e de uma área que é impressionante como eles distorcem, que é a área de ciências. Sou professor de biologia, portanto você trabalha, por exemplo, o corpo humano lá no oitavo ano e é bem no período da adolescência e está lá no período didático. Hoje eles não querem que trabalhe isso porque diz que está induzindo a ideologia de gênero. Tem sido absurdo”, disse à imprensa na quarta-feira (13).

A polêmica teve início após a divulgação de um vídeo da palestra onde um funcionário puxa coro junto aos alunos: “As héteros, as gays, as bi e as sapatão estão todas organizadas para fazer revolução”.

O vídeo foi compartilhado nas redes sociais e sofreu críticas de parlamentares, entre eles, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PL) e a deputada federal Amália Barros (PL). Após as críticas, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) informou o afastamento da diretora da unidade e a Diretoria Regional de Ensino instaurou um procedimento para investigar o caso.

Barranco lembra que na época das eleições de 2018, uma série de fake News foram divulgadas para induzir as pessoas a irem contra o Governo, acreditando que os alunos seriam submetidos à políticas de ideologia de gênero.

“Vamos lembrar em 2018, quando criaram uma fake News que o Haddah tinha mamadeira de piroca e outras mais, e isso nem existia. Falaram também sobre mudanças nos livros didáticos que não existiam e tem gente que até hoje acredita e nem sabe o que é mamadeira de piroca. Nem eu sei”, frisou.

Amália diz que após a publicação recebeu diversas denúncias de que os alunos teriam sido obrigados a participar da palestra. Ela pede esclarecimentos do Governo do Estado e afirma que irá acompanhar o caso.

Veja a postagem: 

 

Fonte: Thaís Fávaro - RDNews

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