Pesquisar

Justiça mantém prisão de homem acusado de feminicídio em Nova Bandeirantes

Justiça mantém prisão de homem acusado de feminicídio em Nova Bandeirantes

Prisão preventiva

Justiça mantém prisão de homem acusado de feminicídio em Nova Bandeirantes

Suspeito confessou o crime à Polícia Militar e indicou o local onde o corpo da vítima foi encontrado; caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Foto: Jornalista Guilherme Paes

A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão preventiva de um homem de 36 anos acusado de matar a companheira e ocultar o corpo em uma fossa no quintal da residência onde o casal morava, em Nova Bandeirantes. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada no Plantão Judiciário da Comarca de Alta Floresta.

Segundo informações que constam nos autos do processo, o crime ocorreu durante a madrugada de sábado (13). Após diligências da Polícia Militar, o suspeito foi localizado em Alta Floresta, onde teria procurado abrigo na casa de familiares.

Conforme o registro policial, durante a abordagem o homem confessou ter matado a companheira e indicou aos policiais o local onde havia escondido o corpo. Equipes policiais se deslocaram até a residência em Nova Bandeirantes e encontraram a vítima no local apontado pelo suspeito.

De acordo com a investigação, após o crime o homem deixou a cidade levando consigo o filho do casal, uma criança de dois anos. Posteriormente, familiares o convenceram a procurar as autoridades.

Ao analisar o caso, o magistrado responsável pela audiência destacou a gravidade dos fatos, os elementos já reunidos pela investigação e a necessidade de garantir a ordem pública e o andamento do processo criminal.

A decisão também menciona antecedentes criminais atribuídos ao investigado e o fato de ele já ter cumprido pena anteriormente. Esses elementos foram considerados pelo Judiciário para a manutenção da prisão preventiva.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá concluir o inquérito e encaminhá-lo ao Ministério Público para as providências cabíveis.

Além da apuração do feminicídio e da ocultação de cadáver, a Justiça determinou a comunicação aos órgãos de proteção à infância para acompanhamento da situação da criança envolvida na ocorrência.

O suspeito permanece preso e à disposição do Poder Judiciário. A defesa dele poderá se manifestar durante o andamento do processo. Até eventual condenação definitiva, o investigado é considerado inocente, conforme prevê a legislação brasileira.

Receba as notícias do Nativa News no seu WhatsApp.

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Imprimir

Comentários