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Polícia Civil de Alta Floresta desarticula boca de fumo e três são conduzidos

Polícia Civil de Alta Floresta desarticula boca de fumo e três são conduzidos

Polícia Civil de Alta Floresta desarticula boca de fumo e três são conduzidos

Três menores, sendo um de 14 anos, outro de 16 e um de 17 anos foram detidos pela Divisão de Repressão a Entorpecente, da Delegacia Municipal de Polícia Civil de Alta Floresta, acusados de fomentar o tráfico. Na quitinete onde os dois foram flagrados, no grande Cidade A l t a , investigadores da DRE localizaram droga em vários compartimentos.

Na sala, quartos, quintal, dentro de tênis e outros lugares tinha porções de maconha, pasta base de cocaína e até mesmo um envelope de LSD – droga sintética. “Não temos dúvida de que estavam traficando”, resumiu o delegado João Lucas ao comentar que, apesar da idade, os infratores já são experientes no mundo da comercialização de droga.

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“Tem um deles, de 14 anos, que já tem um vasto histórico policial e os demais também são conhecidos”, comentou a autoridade policial.

Usados por facções

A Polícia Civil não tem dúvida de que os menores apreendidos já são usados por organizações criminosas. “Pois não podem ser considerados presos e só citados como apreendidos, cometido atos infracionais e ficam detidos no máximo por três anos”, explicou o delegado ao lembrar que na maior parte das vezes, adolescente mesmo sendo pego em flagrante acabam sendo ouvidos e entregues aos pais ou responsáveis.

“E as facções se aproveitam disso”, observou. Vários telefones celulares, semijoias e outros pertences foram encontrados na quitinete onde estavam os menores. Considerado boca de fumo, o endereço era bastante frequentado por usuários e a polícia não descarta que os eletrônicos em especial, possam ter sido usados como moeda de troca por viciados para conseguirem droga.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.