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Ex-secretária de Saúde de Paranaita é presa acusada de desviar mais de R$ 200 mil, diz delegado

Ex-secretária de Saúde de Paranaita é presa acusada de desviar mais de R$ 200 mil, diz delegado

Ex-secretária de Saúde de Paranaita é presa acusada de desviar mais de R$ 200 mil, diz delegado

Um serviço de pouco mais de 20 anos, toda a confiança depositada em uma servidora pública que nesta terça-feira (23) acabou sendo presa pela Polícia Judiciária Civil. O caso foi registrado no município de Paranaíta, um desvio de pouco mais de R$ 200 mil foi identificado durante uma auditoria solicitada pelo próprio prefeito Antonio Domingos Rufato.

As informações começaram a circular em meios de comunicação e redes sociais, com a maioria dos fatos apurados ainda em sigilo de justiça, o prefeito e o delegado de Paranaíta concederam entrevista, falando sobre o assunto que pegou toda a região de surpresa. Nívia Maria Gomes da Silva, 44 anos, ocupou o cargo de secretária de saúde por três meses, com cerca de 20 anos trabalhando no setor administrativo, na Central de Regulação, confessou com frieza os desvios praticados.

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Ainda no ano de 2017, após a exoneração da secretária foram identificadas algumas irregularidades em pagamento, conforme informado a redação do site Nativa News, a forma de desviar dinheiro praticada pela servidora era relacionada à dias de afastamento de outros servidores para tratamento médico. Nivea Maria foi detida em Alta Floresta, onde estava residindo no bairro Jardim das Araras, conduzida à Paranaíta para ser ouvida pelo delegado Pablo Bonifácio Carneiro.

O prefeito declarou não concordar com a ação da servidora, que quando foi identificada a irregularidade, solicitou uma auditoria, inicialmente foi orientado pela Procuradoria geral do município a levar a denúncia junto ao Ministério Público. A denúncia foi feita pelo próprio prefeito junto ao MP em Alta Floresta, quando um levantamento minucioso foi iniciado, e que resultou na prisão da ex-secretária.

Nivea Maria Gomes da Silva atua no serviço público desde os 17 anos, sempre voltado a saúde pública, atuou em Alta Floresta, ficou dois anos afastada e foi convidada para trabalhar na Central de Regulação em Paranaíta, onde permaneceu até ser exonerada do cargo de secretária em 2017. Considerada uma pessoa exemplar e comprometida com o trabalho, a notícia de sua confissão e prisão surpreendeu todos amigos e conhecidos.

O caso ainda segue sendo investigado, com detalhes em sigilo de justiça, que deverão ser revelados oportunamente.

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