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Educação de Alta Floresta deverá definir pela greve por tempo indeterminado.

Educação de Alta Floresta deverá definir pela greve por tempo indeterminado.

Educação de Alta Floresta deverá definir pela greve por tempo indeterminado.

A educação pública municipal vive um momento delicado em Alta Floresta, com atos públicos iniciados em setembro e paralisações temporárias, na manhã de ontem (16) uma reunião com o Poder Público não trouxe resultados satisfatórios, e nesta tarde uma assembleia geral da classe deverá definir pela greve por tempo indeterminado.

Conforme a presidente em exercício do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep), Ilmarli Teixeira, na reunião estiveram além do Conselho Municipal de Educação, do prefeito, Asiel Bezerra, e secretária municipal de educação, Maria Iunar Portão, representantes da Secretaria de Finanças e departamento jurídico. Na reunião ficou claro que não há condições

“Não avançou em nada, não tem recursos para efetuar os pagamentos e o executivo responsabiliza os trabalhadores da educação pelo acúmulo na folha, pelo quantitativo, uma série de fatores”, apontou Teixeira, sobre a reunião com o Poder Público.

A reunião apontou indícios de retrocesso da jornada de 40h para os trabalhadores, conquista da classe com a greve do ano de 2015 que atualmente trabalha 30h. “Estão retrocedendo ao modelo antigo, e os trabalhadores precisam reagir. Os enfrentamentos são necessários, os debates, as discussões, não vamos aceitar que somente a educação pague pela falta de planejamento da gestão pública municipal”, destacou Teixeira.

Uma assembleia geral foi marcada para as 15h no Museu de História Natural, e deve contar com a presença do Presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento.

Além dos atrasos constantes na folha, uma das preocupações do Sintep é para com o censo populacional, que está defasado no município, provocando o não aumento de repasses. Atualmente são pouco mais de 200 crianças em lista de espera para vaga em creches, outro questionamento é para com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2018, apontou o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público.

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