As forças de segurança estão investigando se os criminosos envolvidos na invasão de um quartel da Polícia Militar e da transportadora de valores Brinks, em Confresa (1,049 km de Cuiabá), são de outro estado. O secretário de Segurança Pública, César Roveri, afirmou que aproximadamente 100 policiais estão atuando nas fronteiras para encontrar os criminosos.
hipótese investigada é de que os veículos usados pelos bandidos seriam de outro estado. Os setores de inteligência da Polícia Federal e Civil estão tentando identificar os criminosos.
“Não são de Mato Grosso e é o que conseguimos levantar até o momento que não fazem parte dos criminosos aqui de Mato Grosso. É provável que eles não retornem ao município. Estamos ai com mais de 100 policiais, mas as equipes estão trabalhando”, afirmou o secretário.
Durante a manhã desta segunda-feira (10), o esquadrão anti-bomba do Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizou a desativação de materiais usados por criminosos. Pelo menos 10 artefatos foram desativados.
Entenda o caso
Pelo menos 20 criminosos realizaram um cerco na cidade usando alguns veículos e renderam policiais que estavam no quartel da PM. Enquanto dois grupos ateavam fogo nos carros e mantinham os agentes presos, os demais invadiram a transportadora de dinheiro para explodir o cofre principal.
Os bandidos usaram explosivos e danificaram vários cômodos da transportadora, mas não conseguiram abrir o cofre. Uma das câmeras de segurança instaladas na cidade registrou a ação dos criminosos. Nas imagens, é possível ver os bandidos com fuzis, capacetes e coletes a prova de bala.
Enquanto tentavam arrombar o cofre, as Forças de Segurança foram acionadas e os bandidos precisaram fugir. Durante a fuga, houve troca de tiros entre os criminosos e a polícia.
Parte do grupo conseguiu fugir sentido Santa Terezinha (1,200 km de Cuiabá), próximo à região de divisa com Tocantins.
Outros bandidos conseguiram fugir pelo rio e abandonaram os carros em uma aldeia indígena.





