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Alta Floresta: Menores usados como soldados do tráfico são soltos

Alta Floresta: Menores usados como soldados do tráfico são soltos

Alta Floresta: Menores usados como soldados do tráfico são soltos

Três menores, sendo de 14, 16 e 17 anos, flagrados fomentando o tráfico de drogas no município de Alta Floresta, estão de volta às ruas. A detenção feita pela Divisão de Repressão a Entorpecente da Delegacia Municipal de Polícia Civil resultou na apreensão de 29 porções pequenas de pasta base de cocaína, outras duas porções maiores do mesmo produto, várias porções grandes de maconha, envelope com 20 selos de LSD e muitos telefones celulares, possivelmente furtados e depois usados como moeda de troca na ‘boca de fumo’.

A Polícia Civil informou que foi feito o pedido de internação dos infratores e a Justiça da Comarca deferiu, mas depois de cinco dias detidos em celas provisórias na Delegacia, os menores foram soltos. A falta de vaga em centros sócio educativos no estado foi argumentação usada.

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O fato deixa setor de segurança preocupado, considerando que os infratores já são usados por organizações criminosas para comercializarem droga em área residenciais ou mesmo na frente e até no interior de casas noturnas.

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Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.