A Comissão da Casa da Caldeira realizou o segundo encontro de trabalho para discutir o projeto de revitalização de um dos principais patrimônios históricos de Alta Floresta. A reunião reuniu representantes da comissão, convidados e lideranças da sociedade para acompanhar os avanços da iniciativa, que busca preservar a memória do município e dar uma nova função ao espaço.
O projeto é conduzido pela Indeco, empresa responsável pela colonização de Alta Floresta, e tem como objetivo restaurar a Casa da Caldeira, transformando o local em um equipamento cultural voltado à valorização da história da cidade, além de incentivar o turismo e o desenvolvimento urbano.
Durante o encontro, a empresa Brain Intelligence Estratégica apresentou os resultados do estudo mercadológico contratado para subsidiar o projeto. O levantamento analisou o potencial econômico, turístico e cultural da iniciativa, além de indicar caminhos para garantir a viabilidade e a sustentabilidade da futura revitalização.
Segundo o Head da Brain Intelligence Estratégica, Anderson Gonçalves, o estudo demonstra que o município reúne características favoráveis para o desenvolvimento do projeto.
“Apresentamos os principais indicadores que mostram a força do mercado e o potencial de Alta Floresta para receber um empreendimento voltado à preservação da história e ao fortalecimento do turismo cultural”, destacou.
Os dados apresentados servirão de base para a próxima etapa da iniciativa, que será a elaboração do projeto arquitetônico de revitalização.
A reunião contou com a participação de representantes da sociedade civil, do Poder Executivo, do Legislativo e do setor empresarial, incluindo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Também participaram das discussões Elisa Gomes e Flávio Da Riva, que coordenam as articulações em torno da proposta.
Patrimônio histórico
A Casa da Caldeira ocupa um lugar importante na história de Alta Floresta por ter abrigado a primeira estrutura de geração de energia utilizada durante o processo de implantação do município. A intenção da comissão é preservar esse patrimônio histórico e transformá-lo em um espaço de convivência, cultura e educação, aberto à população e aos visitantes.
Com a conclusão do estudo mercadológico, a comissão seguirá agora para as próximas fases do projeto, que incluem a definição do conceito arquitetônico, captação de recursos e estruturação do modelo de gestão do futuro espaço cultural.




