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Projeto Ciência Aqui, Ciência Acolá leva estudos, pesquisas e ações desenvolvidas pela Unemat para a população em Alta Floresta

Projeto Ciência Aqui, Ciência Acolá leva estudos, pesquisas e ações desenvolvidas pela Unemat para a população em Alta Floresta

Projeto Ciência Aqui, Ciência Acolá leva estudos, pesquisas e ações desenvolvidas pela Unemat para a população em Alta Floresta

Foi realizado no domingo, dia 26 de março, a primeira oficina da segunda edição (2023/1) do projeto “Ciência aqui, Ciência acolá”, no bairro Aquarela Hamoa, em Alta Floresta. O projeto é desenvolvido pela Unemat – Campus Alta Floresta e tem o objetivo de levar os conhecimentos adquiridos dentro do campus para toda a população, trazendo exposições dos trabalhos em pontos estratégicos do município.

Em entrevista, o coordenador do projeto, professor e biólogo Mahal Massavi, explicou que o projeto abrange a divulgação das ações de extensão, bem como projetos de pesquisa e demais ações desenvolvidas dentro da universidade e tudo isso é trazido para a comunidade. “Esse é um momento de troca, de conversa, de um contato realmente mais próximo, sair do espaço da universidade e vir ao encontro com a comunidade”, disse ele.

Conforme ele salientou, dentro do projeto são apresentadas diversas oficinas desenvolvidas na área da botânica, fauna, solos, pinturas, reciclagem, microbiologia e contação de histórias. O projeto conta com a participação de professores da universidade do curso de Ciências Biológicas.

Na primeira oficina ofertada no último domingo, uma das ações que mais chamaram a atenção dos curiosos que passaram por ali foi a oficina “Conhecendo a Fauna Amazônica” onde são apresentadas serpentes vivas que foram resgatadas na região de Alta Floresta – MT, com o apoio do Corpo de Bombeiros.

“Nosso objetivo é levar para a comunidade os conhecimentos das espécies que estão presentes no nosso espaço de vivência, nós estamos na maior floresta tropical do mundo e conhecemos muito pouco dessa diversidade em especial as serpentes, onde existe falta de conhecimento e preconceito, há uma cultura de medo associada a esses animais, então nas oficias as pessoas tem contato com esses animais, elas podem manipular algumas espécies, aprendendo a reconhecer realmente aquelas que são mais peçonhentas e aquelas que não representam risco nenhum e principalmente aprendem a conservar esses animais” explicou Mahal.

O projeto conta com o apoio do Corpo de Bombeiros, da Prefeitura Municipal de Alta Floresta, da Associação de Moradores do bairro Aquarela Hamoa, da Unemat – Campus Alta Floresta por meio do curso de Ciências Biológicas e da vereadora Ilmarli Teixeira (PT).

Em entrevista, a vereadora disse que o projeto ajuda a comunidade no conhecimento da diversidade das espécies que existem em nossa região, principalmente no ponto de vista da biodiversidade de Alta Floresta já que ainda existem muitas pessoas, inclusive estudantes, que muito pouco conhece essa realidade.

“O medo e a insegurança por parte dos animais é muito presente, mas nem todas as serpentes são peçonhentas; muitas vezes precisamos compreender que os animais são de suma importância para o controle biológico porque se alimentam de outros pequenos animais. Nós enquanto população precisamos trabalhar o meio ambiente e a diversidade de uma maneira sustentável”, disse a parlamentar.

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