Pesquisar

Governo diz que MPF errou muito ao pedir suspensão de licença para ferrovia

Governo diz que MPF errou muito ao pedir suspensão de licença para ferrovia

Governo diz que MPF errou muito ao pedir suspensão de licença para ferrovia

O governador Mauro Mendes criticou a ação judicial do Ministério Público Federal (MPF) que pediu a suspensão da licença ambiental para a implantação da primeira ferrovia estadual. Ele disse que a justificativa do órgão para barrar o empreendimento seria exagero. 

“Se todo lugar por onde índio passar tiver que fazer um estudo de componente indígena, nós vamos parar Mato Grosso. Índio passa por todo o Estado. Não tem índio no meio do caminho. [A terra indígena] está mais a mais de 10 quilômetros. Com todo respeito, eu acho que está errado, está muito errado”, disse ele em entrevista à rádio Centro América nesta sexta-feira (12). 

Acompanhe Nativa News - A Noticia digital em Primeira Mão no WhatsAppSeguir o canal

O MPF protocolou na semana passada uma ação civil contra o licenciamento ambiental e qualquer documentação que autorize os serviços para a ferrovia Vicente Vuolo, no trecho que vai ligar Rondonópolis a Lucas do Rio Verde. 

O órgão quer que Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) faça uma consulta sobre o eventual impacto do modal para povo Boe Bororo, com TI na região. O MP diz que as autoridades responsáveis pelo empreendimento não fizeram essa avaliação. 

A instalação de trilhos entre as cidades por cerca de 8,7 quilômetros, faz parte da primeira etapa de construção, saindo do Parque Intermodal Industrial de Rondonópolis, que chegará até Cuiabá. 

A obra está sob a responsabilidade da empresa Rumo Logística. 

Receba as notícias do Nativa News no seu WhatsApp.

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Imprimir

Comentários

Compartilhe

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

Veja também

Adequar as informações para novo texto jornal nativa news: A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (6/11), a Operação Hybris, com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à suposta extração e comercialização ilegal de recursos florestais oriundos da Terra Indígena Enawene Nawe, em Mato Grosso. A ação ocorre em Nova Olímpia/MT e busca reunir novos elementos probatórios acerca dos fatos investigados. Foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em endereço vinculado ao investigado, com a finalidade de arrecadar documentos, aparelhos eletrônicos, registros financeiros, mídias digitais e demais elementos de interesse para a investigação As apurações tiveram início após o recebimento de informações acerca da possível retirada irregular de madeira no interior da terra indígena. No decorrer das apurações, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para a negociação e para a comercialização de produto florestal extraído sem a devida autorização dos órgãos competentes, em área especialmente protegida e integrante do patrimônio da União. As diligências realizadas indicam que a atividade investigada pode ter causado prejuízos ambientais relevantes, além de atingir direitos assegurados às comunidades indígenas e comprometer a integridade de recursos naturais submetidos à proteção constitucional. As medidas em curso visam esclarecer a extensão dos fatos, identificar todos os envolvidos e apurar eventual obtenção de vantagem econômica decorrente da exploração irregular dos recursos florestais. No decorrer da investigação, foram identificados registros audiovisuais e outros elementos em que o investigado negocia madeira por chamadas de vídeo, circunstância que será objeto de aprofundamento.