Educação

05/04/2022 10:35

Simuladão em escola estadual de Colniza atrai comunidade escolar em massa

Com os resultados, foi possível fazer o plano de intervenção pedagógica para cada ano do ensino fundamental

A Escola Estadual Tarsila do Amaral, em Colniza , realizou, em 25 de março, seu simuladão como Avaliação Interna da Aprendizagem dos alunos no 1º bimestre. Participaram as turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Com isso, equipe pedagógica e professores tiveram noção da etapa de aprendizagem em que estão seus alunos. Com os resultados em mãos, foi possível fazer o plano de intervenção pedagógica para cada ano.

As coordenadoras pedagógicas Nelba Neida Corrêa Andrade e Danúbia Fernanda Martins de Moraes explicam que o projeto do simuladão surgiu no começo do ano letivo, quando a coordenação fez a sugestão aos professores. Segundo elas, era necessário o exame bimestral para avaliar os alunos e também para fazer o plano de intervenção pedagógica.

“A avalição foi planejada para 261 alunos do 6º ao 9º ano. Apenas sete deles não compareceram para fazer a avaliação, por questões de saúde ou motivos particulares. Porém, farão assim que comparecerem à escola”, destaca Nelba Neida. O Simulado foi feito com 30 questões, sendo seis de matemática e português e três de outras disciplinas, além de uma redação sobre a questão climática.

Para os estudantes, mais do que tirar nota alta, o aprendizado do conteúdo contou mais. A estudante Mirella Silva Lemes, do 7º ano A, quase gabaritou acertando 29 questões. Ao saber do resultado, comemorou muito. “Fiquei feliz com o resultado. Fui recompensada porque estudei intensamente”.

A melhor nota do 8º ano foi da turma B, com a aluna Ketlyn Rodrigues dos Santos, que conseguiu 28 pontos. Ela se sente lisonjeada em conseguir uma das melhores notas. No período de preparação, Ketlyn estudou durante a tarde e à noite. “O simuladão faz com que o aluno aprenda o conteúdo e não apenas o decore”, assegura.

O colega dela, João Pedro Bessa, foi o melhor da sala no 6º ano B. Em seu entendimento, a ajuda dos pais e da família contou muito para obter uma nota excelente. Já Kaio Martins de Oliveira, do 7º A, também fez bonito obtendo 27 dos 30 pontos. Para ele, o simuladão é importante na medida em que todos estudam com afinco para tirar a melhor nota. “Também conseguimos aprender o conteúdo. Gostei tanto que no próximo simuladão vou estudar ainda mais”.

Ana Alice Andrade de Abreu, do 8º C, achou fáceis as questões. Por isso, acredita ter tirado a melhor nota da sala. “Nossa, fiquei muito feliz com o resultado”. Ela tirou 25 pontos.

Suéli Santana, do 9º A, também se preparou e, com isso, não encontrou dificuldades em tirar a melhor nota da turma dela. Vitor Emanuel Blachtekak, do 8º A, disse ter se esforçado ao máximo para também ser destaque. “O simuladão é a forma de saber se o aluno aprendeu o conteúdo”, comentou.

Para os professores, o simuladão trouxe o diagnóstico que todos precisavam para elaborar o plano de intervenção. No entendimento da professora de educação física Josivania Kezia, que também é mãe de aluno, o exame é importante porque vai medir o conhecimento e faz com que ele demonstre interesse em estudar. “O importante é eles demonstrarem o que aprenderam no decorrer do ano”. 

A professora Salete Tomazi compartilha com o mesmo pensamento. Para ela, o simuladão desperta interesse no aluno. A diretora Liliane Juselia da Silva Peres, avaliou com os professores que o simulado foi positivo, pois, além de fazer um levantamento da aprendizagem, trouxe aos alunos a importância de participar de avaliações internas e o prepara para participar das avaliações externas.


Nativa News

Jose Lucio Junqueira Caldas
Alta Floresta - MT
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