Cidade

20/08/2017 10:18 Carlos Palmeira e Tarso Nunes

Gestão Taques ainda deverá pavimentar rodovias de 20 cidades, afirma secretário

secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, afirmou que a pasta está empenhada em realizar o asfaltamento de estradas de terra que dão acesso a municípios mato-grossenses. Segundo ele, são 39 cidades sem asfalto e pelo menos 20 delas já têm um projeto para as obras. “Todas as regiões está sendo atendidas. A nossa malha era a pior do Brasil em qualidade e hoje isso já mudou”, defendeu.

 No comando da secretaria desde o início do Governo Pedro Taques (PSDB), ele elenca o Programa Pró-Estradas como um de seus maiores triunfos. O projeto já construiu e reconstruiu mais de 1,8 mil km de estradas.

De acordo com o Geoportal, uma página desenvolvida pela Sinfra que compila os dados de infraestrutura e logística em Mato Grosso, os seguintes municípios já têm um projeto de pavimentação: Colniza, Cotriguaçu, Campinápolis, Marcelândia, Nova Bandeirantes, Juruena, Nova Monte Verde, Santa Terezinha, Novo São Joaquim, Itanhangá, Nova Brasilândia, Torixoréu, União do Sul, Santo Antônio do Leste, Porto Estrela, Rondolândia, Araguaiana, Nova Nazaré, Reserva do Cabaçal, Cocalinho, Santa Rita do Trivelato, Ribeirãozinho, Novo Santo Antônio, Santa Cruz do Xingu, Ponte Branca e Araguainha.

Das 19 restantes, Marcelo explicou que 10 estão conectadas a outras regiões através de BR’s, e que por isso o trabalho é de responsabilidade do governo federal. Entre essas cidades estão Bom Jesus do Araguaia e Alto Boa Vista, ambos conectados pela BR-158.

Ainda no setor rodoviário,  comentou que os esforços também estão concentrados na passagem de três rodovias estaduais para a iniciativa privada. São elas a MT-320 (entre Nova Santa Helena e Alta Floresta), MT-246, 343 e 358 (entroncamentos que passam por Jangada, Barra do Bugres, Nova Olímpia e Tangará da Serra) e a MT-100 (entre Alto Araguaia e Mato Grosso do Sul).

Segundo Marcelo, esses projetos de concessões são diferenciados. “Se a rodovia é superavitária, ao invés do consórcio pagar para o Estado uma outorga, ela pega mais trechos e faz investimentos. O Estado não quer ganhar dinheiro com infraestrutura, aliás, muito pelo contrário. Nós queremos transformar o retorno em investimentos”, pontuou.

Aeroportos

Sobre o setor aeroportuário, Marcelo lembrou que a atual gestão já asfaltou cinco pistas, nas cidades de Alto Araguaia, Barra do Garças, Água Boa, São Felix, Porto Alegre do Norte e Querência, todas na região do Araguaia. A ideia é potencializar o ramo em Mato Grosso. Para isso já estão sendo estudadas as possibilidades de Poconé, Canarana, Juara e Juína receberem os complexos aéreos. O secretário explicou que esses projetos estão sendo feitos com parcerias junto às prefeituras.

O responsável pela Sinfra explicou também que se os projetos fossem passar por licitação, cada aeroporto custaria na faixa de R$ 8 milhões. Como estão sendo feitas essas parcerias, os custos caíram para cerca de R$ 3 milhões cada um, sendo que metade é bancado pelo governo e metade pelo município. 

“É um investimento que dá retorno direto. Hoje Mato Grosso está mais do que consolidado como estado de produção de agrícola. O que nós precisamos agora é avançar para um segundo nível, o de industrialização”, defendeu.

O secretário da Sinfra afirmou que a pasta está trabalhando junto ao governo federal para finalizar a concessão dos aeroportos de Cuiabá, Barra do Garças, Rondonópolis, Alta Floresta e Sinop. De acordo com ele, as consultas públicas desses programas devem iniciar ainda nesse semestre.
O pacote de Mato Grosso foi uma proposição específica da gestão do governador Pedro Taques (PSBD) e o modelo de negócios é semelhante às concessões das rodovias. Em vês de realizarem um pagamento para administrar os aeródromos, os vencedores das licitações farão investimentos nas plantas.

“Se fosse feito só o edital do Marechal Rondon, como era a ideia original, o vencedor ia pagar uma outorga de R$ 1 bilhão e essa outorga iria para o cofre federal. Nós convencemos o governo (federal) a transformar a outorga em investimentos, como fizemos nas rodovias. E essa ideia está sendo replicada em várias partes do Brasil”, se orgulhou.


Nativa News

Jose Lucio Junqueira Caldas
Alta Floresta - MT
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